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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Classified

02/10/2024


No fim-de-semana em que se assinala o James Bond Day, José Nunes, da Estrutura, estreia CLASSIFIED. Um espetáculo que parte do seu sonho de infância de representar o papel do agente secreto mais conhecido do mundo, e que chega agora ao Teatro Campo Alegre, nos dias 4 e 5 de outubro. Afinal, quem nunca se quis apresentar como Bond, James Bond?

CLASSIFIED parte de um elemento autobiográfico do criador do espetáculo, poucas vezes revelado — até mesmo secreto —, que nos remete para a sua infância: o sonho de, um dia, vir a representar o papel de James Bond, depois de ter visto, com 9 anos, pela primeira vez um dos filmes. No entanto, esse sonho, rapidamente se desvaneceu, embora tenha sido por este motivo que José Nunes começou a fazer teatro.

O fascínio e a geekiness por esta personagem mantiveram-se até hoje, apesar de uma série de questões que esta personagem levanta. E é precisamente esta relação de tensão e culpa com este guilty pleasure que o criador pretende explorar neste espetáculo, partindo do imaginário iconográfico, visual e sonoro dos filmes para problematizar, questionar e refletir sobre este fascínio.

Dia 5 de outubro assinala-se o James Bond Day, que se assinala por ter sido a estreia do primeiro filme, Dr. No, em 1962, em Londres. Por isso, no sábado, dia 5, às 17h00, há um Aquecimento Paralelo com Daniel Seabra e Rui Azevedo, intérpretes do espetáculo que irão participar em algumas “cenas de ação”. Nesta atividade, propõe-se que cada participante observe de perto o ensaio e preparação de algumas dessas cenas e que sejam experimentados alguns dos dispositivos que irão ser utilizados em cena. Esta atividade é aberta a todas as pessoas e gratuita mediante apresentação de bilhete para o espetáculo. Inscrições para bilheteira.tmp@agoraporto.pt

CLASSIFIED é apresentado, em estreia, na sexta-feira, dia 4 de outubro, e no sábado, às 19h30, no Teatro Campo Alegre. Os bilhetes custam 9€. As sessões contam com audiodescrição.

Toda a programação do Tetro Municipal do Porto, em https://www.teatromunicipaldoporto.pt/

Fotos: João Rey/ TMP

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Festival

 Plano Criativo apresenta Festival de Música Júnior - Agosto 2025 - Ponte de Sôr


quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Licence To Sing


Quem não conhece as grandes músicas dos filmes de 007?...

De Shirley Bassey a Billie Ellish passando por Sheryl Crow, Paul McCartney, Tina Turner, Madonna, Garbage, Duran Duran, Adele e muitos outros grandes artistas consagrados que interpretaram ao longo de mais de 60 anos os grandes temas dos filmes do agente secreto britânico mais famoso de sempre, James Bond.

O que propomos em LICENCE TO SING – THE SONGS FROM 007 é uma verdadeira viagem pelo imaginário de James Bond. Uma inédita produção musical repleta de glamour, mistério, sensualidade e ação criada pelo produtor Renato Júnior.

Seis grandes vozes portuguesas, Mimicat, Rita Redshoes, Patrícia Antunes, Patrícia Silveira, Diogo Leite e Tó Cruz, acompanhadas por uma Big Band especial, vão dar voz aos temas mais icónicos de 007, num cenário multimédia que promete levar o público numa viagem imersiva às missões de Bond, James Bond.

Um concerto único que ficará para sempre na memória.

Produtor: UAU

Teatro Tivoli BBVA
24 Janeiro às 21H00
Preço
15€ a 28€
Vídeos do Evento
Contactos
Teatro Tivoli BBVA
Avenida da Liberdade, 182A
uau@uau.pt
+351 21 330 35 00
 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Ordem Para Sorrir

Blusão de Gang!
Pateiro&Baldaia.
Brevemente, num auditório perto de si.

007 - Ordem Para Sorrir

quinta-feira, 14 de junho de 2018

À Volta Cá Te Espero





O mais recente espectáculo de Flávio Gil e Paulo César com a companhia de Élia Gonzalez. Estreou no Bartô no dia 5 de Outubro de 2017. Tudo pode acontecer... por isso é um espectáculo impróprio para cardíacos e para os amantes dos chocos com tinta...


Há um homenageado todos os meses...

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Miss Bond 007 Show


Mano Belmonte
Miss Bond 007 Show

James Bond, Portugal

domingo, 20 de julho de 2014

FINDÂNU 2006 / 2007

SHOTGUN are back in business. Mocho . Eddie . Núvem . Aleixo 007 - Licença para tocar
http://miguelmocho.blogspot.pt/2006/12/findnu.html

sexta-feira, 14 de março de 2014

007 - Ordem Para Jogar

“007, Ordem para Jogar” foi o nome de um espectáculo do Casino Estoril que era protagonizado por Vitor Espadinha. Na estreia a convidada musical era Theresa Maiuko. Mais tarde foi substituída por Dulce Pontes e Rita Guerra, ambas em início de carreira.

[imagens do espectáculo de estreia incluíndo o helicópetro de 007]




Tendo como inspiração a carismática figura criada por Ian Fleming, James Bond, o Casino Estoril apresenta agora «007 — Ordem para Jogar», uma superprodução musical orçada em 60 mil contos. Vítor Espadinha é o Bond e as bailarinas do High Society Ballet são as Bond-girls. Tereza Maiuko é a voz, e as grandes vedetas deste luxuoso e trepidante «show» são os efeitos cénicos, alguns deles usados pela primeira vez em Portugal.

Está no Estoril, o Casino deseja-lhe boa noite. É a voz de Júlio César ecoando na penumbra do Salão Preto e Prata, antecedendo os vibrantes acordes musicais que dão início ao novo show do Casino.

A partir daí, projecta-se um verdadeiro festival de luzes (70 mil watts) e lasers a «escreverem a verde, lentamente, como convém ao suspense: 007 O-R-D-E-M P-A-R-A J-O-G-A-R. Estão lançados os dados, aceite a proposta e adira.

Olhe para cima e vindo lá do alto terá a surpresa de ver no «ar» um helicóptero britânico (mas é óbvio!) trazendo dentro a personagem criada por Ian Fleming, sempre ao serviço de Sua Majestade. E ele, James. Bond, o homem da noite, profere Vítor Espadinha, em entoação shakespeariana, que acaba por resultar e quase leva ao engano.

Curioso que, sendo Espadinha a antítese do célebre espião, passa muito bem pelo show, em poses formais, criando a ilusão do perfil do sedutor Bond que tanto luta por uma (ou mais) belas mulheres como nunca vira costas aos mais inesperados e incríveis desafios.

Eles começam por suceder, no palco (15 metros de largo por 20 de fundo), quando o cerebral agente, sempre perseguido pelo «inimigos (Wiesiek, acrobata polaco), se vê forçado a lutar contra uma gigantesca aranha que, já se vê, é vencida com rápida facilidade. O público que enche as mesas do salão (mil pessoas), já tem a certeza de que pela frente vai desfilar uma superprodução musical (60 mil contos), baseada numa tecnologia altamente sofisticada, de efeitos cénicos especiais, alguns deles usados pela primeira vez em Portugal, suportados por 440 projectores e uma bateria de projectores Júpiter, lasers, fumos, explosões, coreografia estudada ao pormenor, além da riqueza invulgar de um guarda-roupa, onde não faltam as pérolas, as plumas, as lantejoulas e as bolas de cristal, passarias pelos 22 elementos do Hígh Society Ballet (australianas, canadianas, inglesas, francesas e uma portuguesa), e cuja primeira figura é Joana, uma loura inglesa, escultural no seu metro e oitenta.

Para que seja possível apresentar 007 — Ordem para Jogar, além dos 50 artistas que passam pelo palco, há que acrescentar mais 41 profissionais de cena que, juntos, respondem por este music-hall de nível europeu.

Depois de Cabaret, Sindbad, o Marinheiro, Showperman e Yellow Showmarine, a administração do Casino da Costa do Sol continua apostada em colocar o Estoril na senda dos grandes casinos mundiais, e tem apresentado, a par das remodelações das instalações, espectáculos de qualidade, estando anunciados já para Julho e Agosto, Benson e o Ballet da Ópera de Pequim, entre outros.

O esforço colectivo da equipa volta a renovar-se, apostando em força na figura de um homem nascido nas telas e «desviado», com lisura, para o trepidante ritmo de um music-hall português. Júlio César é o    autor do guião e director do espectáculo, Francisco Duarte o director de produção, Pedro Osório o director musical, Octávio Clérigo o director cenográfico, e José Montez o director coreográfico.

O resultado é sugestivo e é aliciante. Agrada sem dificuldade, porque não promete mais do que se pode dar num espectáculo de casino. Cumpre a função para que é idealizado: distrai e entretém.

Como ponto alto, parece justo referir a apoteose dos efeitos visuais (afinal, eles também foram usados generosamente nos ecrãs), a música, já conhecida de várias bandas sonoras, e a coreografia, onde os Gipsy Rhapsod Quartet estão bem integrados no Society Ballet.

As passagens de Vítor Espadinha (o entertainer bem-amado do Casino), são brevese servem de ligação dos vários momentos do espectáculo e, embora tivesse tido na última produção, Yellow Showmarine, um papel de maior impacte, não cumpre mal o papel que agora lhe foi distribuído (o jogo fisionómico de Espadinha é muito bom).

E como a sedução se alia sempre ao imprevisível, na actuação do agente de Sua Majestade, também Espadinha, no Estoril, é imprevisível quando se encontra com «Gorbatchev», à luz da Perestroika. Desloca-se depois à China, entra no palco com um carro de estilo bondesco (um «Ashton Martin»), sai de fumos, oferece flores, e diz com voz cheia: Eu Sou James Bond. Claro que não se acredita, mas não se foge ao desafio do «faz-de-conta».

É também o «Bond do Estoril» que encontra a mulher de vermelho, de voz espectacular, que lhe canta Diamonds Are Forever, Goldfinger, From Russia With Love, num verdadeiro hino Bond, proporcionado por Thereza Maiuko, a cantar cada vez melhor mas a evidenciar, na estreia, uma enorme tensão em palco, principalmente quando o louro bailarino de pérolas aos ombros lhe tentava sorrir. Sem êxito. Thereza nunca esboçou o mais ténue sorriso, e nunca deixou transparecer que dava pela sua presença, apesar de ele tentar conduzi-la em cena. Porém, a ela se devem os melhores momentos da noite.

O espectáculo vai sucedendo com ritmo, e nesse renovar de situações o espectador é levado ao encontro do fantasista francês Al Carthy, um número interessantíssimo em que um cientista se vê confrontado com a decisão do robot que criara.

A imagem final exige atenção total e, por muito que tenha a certeza de que espectáculo é espectáculo, não vai conseguir deixar de ficar perplexo.

Conhecerá também Johnny Martin e as suas duas cadelas: Lady (Setter) e Vladys (Cocker). Uma delícia. Pena que o diálogo mantido com as suas partenaires seja em inglês, mas enfim, 60 por cento da frequência habitual do Casino é estrangeira e o português tem uma natural apetência para os idiomas.

Repare como Lady é a mais irreverente, indisciplinada e sonolenta Setter que alguma vez conheceu, e abra bem os olhos para ver Martin «equilibrar-se», sem mãos e sem rede, na pequena cabeça da Vladys. Imperdível.

Fátima Zohra é a portuguesa que no espectáculo dá o momento do contorcionismo. Sem apresentar nada de muito novo, o que apresenta é bom e o número final arrebata calorosas palmas.

Cenas de filmes conhecidos de James Bond vão desfilando ao longo de uma hora numa verdadeira apoteose de som (12 mil watts), e de luz (seis quilómetros de fio eléctrico, como do Campo Pequeno à Praça do Comércio, e 13 mil lárripadas de efeitos de cor).

Por entre murros, tiros, música, beijos e flores, desfila o show, com pretensões a agradar e a manter-se longo tempo em cartaz. Não parece ser uma aposta difícil de ganhar, já que é uma proposta luxuosa, trepidante e sugestiva.

artigo da revista TV GUIA
007 0rdem Para Jogar - Novo Espectáculo no Casino Estoril
Texto de Maria Elvira Bento Fotos de Jorge Jacinto

segunda-feira, 22 de abril de 2013

James Blond - Casino Portucalle

«James Blond – Casino Portucalle» é uma comédia musical em jeito de cabaret; uma paródia ao universo do famoso personagem criado por Ian Fleming, com intrigas e conspirações, sátira social e politica, vilões empedernidos e as sensuais e indispensáveis Blond Girls, tudo generosamente regado com muito humor e momentos musicais e com interpretações das cantoras Ana Rita Inácio e Paula Sá e protagonizado e dirigido pelo actor/encenador Ricardo Bargão. Esta inusitada sátira é uma homenagem aos 50 anos de filmes do espião mais famoso de todos os tempos e que agora volta em versão teatral no Teatro Casa da Comédia às sextas-feiras a partir de dia 26 de Outubro de 2012, onde dará pelo nome de JAMES BLOND.

 Ficha Técnica

encenação e concepção: Ricardo Bargão
Produção: Teatro Alardiário
Produção Executiva: Daniel Moura
Figurinos: Ricardo Bargão e Rolando Galhardas
Interpretação: Ana Rita Inácio, Paula Sá e Ricardo Bargão

 Duração: 90 minutos
Classificação: maiores de 12 anos

 Espectáculos – Sextas 21h30
Temporada: entre 26 de Outubro e 16 de Novembro de 2012
Preço: 18,00 euros

Teatro Casa da Comédia (junto ao Museu de Arte Antiga. Lisboa)

http://www.ruadebaixo.com

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Gala das Estrelas da TVI



O Agente Eiró e a Rainha
Iva Domingues como Bond Girl

Antes da imitição de Adele por Romana, na interpretação de "Skyfall", deu uma primeira sequência com Nuno Eiró, Teresa Guilherme e Sousa Martins, alusiva ao video transmitido na inauguração dos jogos olimpicos de Londres em que a Rainha de Inglaterra contracenou com James Bond, e um espectáculo de dança em que Iva Domingues desempenhou o papel de uma Bond Girl.

Imitação de Romana
Video

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Notas do Casino Estoril


"007, Ordem para Jogar" foi o nome de um espectáculo do Casino Estoril que era protagonizado por Victor Espadinha. Na estreia a convidada musical era Theresa Maiuko. Mais tarde foi substituída por Dulce Pontes e Rita Guerra, ambas em início de carreira.

A parte de trás da nota já tinha sido mostrada neste blog

A estreia do espectáculo foi em 1990 por isso é provável que 91915 tenha a ver com a data de um dos espectáculos (15 de Setembro de 1991?).


Super show "007 - Ordem para Jogar" com High Society Ballet, Prof. Al Carthy, Theresa Maiuko, Johnny Martin, Fátima Zohra, Vítor Espadinha, Orquestra Casino Estoril, Gipsy Rhapsody Quartet, Rita Guerra.

fonte

sábado, 14 de agosto de 2010

Zero Zero Zé

ZERO, ZERO, ZÉ (ORDEM P'RA PAGAR)
Teatro Variedades - 1966

produção de Giuseppe Bastos e Vasco Morgado

Com: Florbela Queirós, José Viana, Carlos Coelho, Leónia Mendes, Dora Leal, Maria Dulce, António Calvário

Texto de Paulo da Fonseca e César de Oliveira

Música de Frederico Valério, Fernando de Carvalho e Carlos Dias

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Em 1966 foi lançado internacionalmente o filme 007 - Operação Relâmpago da série James Bond

sábado, 11 de julho de 2009

From Russia with Love


As mais inesquecíveis bandas sonoras dos filmes de James Bond sobem ao palco neste espectáculo explosivo, baseado no guião de Marco de Camillis.
“From Russia with love”, “Goldfinger”, “Diamonds are forever” e muitos outros hits são sensualmente recriados com a atmosfera única dos filmes de James Bond.
Rodeado das mais belas mulheres - inocentes ou mortíferas -, para o agente secreto mais famoso do mundo, a sedução é uma arma.
Com licença para matar... ou amar!
Realização: Hotel Casino Chaves
Direcção e Produção: Mário Cruz
Coreografia: Amra Fawe Wright
Atracção: Luigi Ferreira

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

007 - Ordem Para Jogar


Espectáculo no Casino Estoril: Super show: High Society Ballet, Prof. Al Carthy, Theresa Maiuko, Johnny Martin, Fátima Zohra, Vítor Espadinha, Orquestra Casino Estoril, Gipsy Rhapsody Quartet, Rita Guerra, Dulce.

retirado de:

domingo, 17 de agosto de 2008

My name is Wilde. Oscar Wilde



Cenografia ”My name is Wilde. Oscar Wilde” um especáculo de Francisco Camacho

"O projecto parte, uma vez mais, da reunião de duas figuras. A acção centra-se em Oscar Wilde, James Bond e respectivos círculos sociais. Do lado de Wilde temos Lord Alfred Douglas (Bosie) e dois "Wilde Boys". Do lado de Bond temos um Vilão e duas "Bond Girls". O palco está dividido ao meio em zonas simétricas ligadas por um mordomo/mestre-de-cerimónias.

Ambas as figuras são modelos de encenação e codificação de protocolos de comportamento masculino. São estereótipos que numa primeira análise se opõem de modo simétrico. Wilde tem conotações de ambiguidade de género, subtileza de gestos e decadentismo moral. Bond tem conotações de exacerbamento da masculinidade, eficácia performativa e heroísmo moral. Mas uma análise mais sofisticada permite especular sobre a possibilidade de coincidências entre as duas figuras e de inversão das conotações.

Neste trabalho, Wilde e Bond são despertados do seu sono de estereótipos e regressam como fantasmas que se confrontam com uma situação em que não sabem se são carne, robots ou manequins, pessoas ou personagens, realidade ou imaginação. São estereótipos desprogramados por uma encenação libertina que lhes abre as portas para novos encontros num mundo em que todas as ficções são possíveis."

Alexandre Melo

http://www.alkantara.pt/dancas2005/coproducoes01.htm

imagens:Netparque

A cenografia está dividida entre o espaço “Wilde” e espaço “Bond” de acordo com a dicotomia/ empatia que deu origem à peça.

Joana Vilhena (Projecto em co-autoria com Pedro Valagão)
http://www.rcjv.com/projectjo_1.htm

Estreia: Teatro Rivoli, no âmbito do "Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura"
Depois da apresentação de uma nova versão desta peça no Teatro Curvo Semedo, em Maio de 2002, em Montemor-O-Novo, "My Name Is Wilde... Oscar Wilde" foi visto em Lisboa, na Culturgest, nos dias 21 e 22 de Junho de 2002.