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terça-feira, 13 de maio de 2025

007 - Licença para Bulldog



T-Shirt 007 - Licença para Bulldog Tamanho L

Referência: B010004-03Marca: Moda

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sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Gratuitidade Jovem

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terça-feira, 14 de maio de 2024

Jornal I

 


https://www.sapo.pt/jornais/nacional/4089/2017-10-23#&gid=1&pid=7

O meu nome é Lopes, Pedro Santana Lopes

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Génio, Hidro Génio

 

https://largodoscorreios.wordpress.com

venturas e desventuras do chico alcagoita - 2023


quarta-feira, 20 de setembro de 2023

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

My name is bond. Eurobond


Marisa Matias (GUE/NGL). - Senhor Presidente, Dr. Durão Barroso, honestamente, há um ano, aqui, anunciou os eurobonds. Hoje repetiu-se, e suspeito que daqui a um ano volte a repetir-se. Pode mesmo chegar-se ao caso de se apresentar a todos nós dizendo: My name is Bond, Eurobond.

Sr. Presidente, nós todos queremos eurobonds, mas a verdade, e o problema, é que a agente de serviço que temos actualmente, a que tem planos secretos, aquela que tem a ordem para matar, é a Sra. Merkel. Ainda hoje ficámos a saber do plano Eureka. Se o Sr. Presidente tiver informação sobre este plano, gostaria muito que nos desse informação, porque nós também gostamos de saber sobre estes planos secretos para, supostamente, salvar a Europa da crise.

Mas, mudando de assunto, Sr. Presidente, quero perguntar-lhe se falou sobre a Palestina. Nós já sabemos que a União Europeia não tem uma posição comum sobre a Palestina. O que eu não percebo, e gostaria de compreender, é como é que a Europa quer ter uma palavra a dizer nas negociações do processo de paz, quando a proposta de apoio orçamental à Autoridade Palestiniana para 2012 representa metade do que foi executado em 2010 e um corte de um terço em relação a 2011. Peço-lhe, por favor, que o comente.

E, por último, aos jovens que se manifestam nas ruas e que referiu, Sr. Presidente, não lhes ofereça estágios. Ofereça-lhes políticas de emprego. Eles agradecem e nós também.

28/09/2011

https://www.esquerda.net/videos/my-name-bond-eurobond?page=0%2C0%2C0%2C8


terça-feira, 17 de agosto de 2021

Microwave

 

My name is wave, microwave...

cartoon de Hélder Dias /2017 (facebook)

domingo, 15 de setembro de 2019

Bjelanovic, Bosko Bjelanovic

Sporting CP - Andebol

@AndebolSCP
 5 de nov de 2017

Em resposta a @Sporting_CP
No Dia Mundial do Cinema, não poderia faltar este clássico!

''My name is Bjelanovic, Bosko Bjelanovic''


quarta-feira, 20 de março de 2019

GQ Portugal - O meu nome é Bond, Miss Bond

GQ Portugal / Jane Bond

E se o próximo agente secreto com licença para matar fosse uma mulher? Melhor, se fosse uma mulher portuguesa? Diana Chaves, Joana Santos e Anabela Moreira são as apostas GQ Portugal.

Descubra tudo, no link:
https://bit.ly/2HsH1wQ

O nome é Bond, Miss Bond

E se o próximo agente secreto com licença para matar fosse uma mulher? Aproveitámos a relutância de Daniel Craig em regressar ao papel para especular um pouco e criámos um argumento para que Bond seja uma mulher... portuguesa.

E se o próximo agente secreto com licença para matar fosse uma mulher? Aproveitámos a relutância de Daniel Craig em regressar ao papel para especular um pouco e criámos um argumento para que Bond seja uma mulher... portuguesa.

A situação é recorrente: depois de cada novo filme da saga 007, Daniel Craig diz que já não volta a fazer de agente secreto, que para ele chega, que não dá mais, que escusam de lhe aumentar os valores do contrato. Foi assim a seguir a 007: Casino Royale, em 2006, foi igual após Quantum of Solace (2008), aconteceu o mesmo depois de 007: Skyfall (2012) e não foi diferente quando, deixando 007: Spectre (2015) para trás, se começou a falar no 25.º filme de James Bond, a icónica personagem criada pelo escritor Ian Fleming na década de 50. Entretanto, com o realizador inglês Danny Boyle (Trainspotting, 28 Dias Depois, Quem Quer Ser Bilionário) já aos comandos do novo “projeto Bond”, parece que Craig replicou com precisão todas as situações anteriores e acabou por aceitar o desafio, assegurando para o 007 que se segue aquele estilo durão e introvertido, engraçado mas não em demasia, inteligente, ágil e emocionalmente frágil com que caracterizou a mítica personagem que passou, antes de lhe chegar à pele, por tantas mãos e rostos, umas vezes com mais brilho, outras com menos sucesso. A estreia do filme já tem data marcada: 8 de novembro de 2019.

O IMPASSE

Enquanto Daniel Craig não se decidia, as conversas de bastidores iam ganhando volume. Publicações especializadas em cinema especulavam sobre quem seria o James Bond. As revistas cor-de-rosa, apercebendo-se do burburinho, elegiam os seus próprios favoritos e, a certa altura, até as casas de apostas entraram no jogo de adivinhar quem seria o próximo – Tom Hardy, Michael Fassbender, Idris Elba, Cillian Murphy, Tom Hiddleston, eram apenas os nomes mais fortes em cima da mesa, mas também James McAvoy e até Ewan McGregor e Jude Law chegaram a surgir como verdadeiras possibilidades para herdar o smoking, o laço, a Walther PPK e o Aston Martin de Craig.

Também na GQ fizemos as nossas contas e, internamente, as nossas listas de favoritos – excetuando uma situação que explicaremos mais adiante, sem grandes surpresas, diga-se, uma vez que pouco diferiam das listas restantes, com Tom Hardy e Michael Fassbender a surgirem como favoritos, seguidos de perto por Idris Elba e Cillian Murphy. Só as presenças Colin Farrell, Benedict Cumberbatch e Luke Evans, isoladamente espalhados por votações mais criativas, seriam passíveis de causar um certo espanto, mas, mesmo esse, rapidamente dissipável.

O PLOT TWIST

Este tipo de exercício em que se elaboram listas de preferências costumam caracterizar-se pela existência de uma certa unanimidade em torno dos verdadeiros favoritos e, em simultâneo, pela irreverência de um, e só um, elemento que tem uma opinião completamente contracorrente. No caso desta votação, a surpresa, a tal exceção que estava por explicar, veio da parte de Patrícia Domingues, chefe de redação da Vogue Portugal, que, intrigada com as demais listas, perguntou: “Porque é que o novo Bond não pode ser uma mulher?”

A sugestão, que causou generalizada perplexidade, acabou por ficar a marinar depois de assente a poeira. De facto, porque não um Bond no feminino? Só precisa de um bom argumento.

O BOM ARGUMENTO

Ian Fleming que nos perdoe pelo exercício, mas este vale mesmo a pena. Imaginemos uma circunstância verosímil, por exemplo, a possibilidade de James Bond ter deixado descendência depois de um dos seus múltiplos relacionamentos mais carnais do que amorosos no decorrer de uma das suas inúmeras aventuras. Não é uma possibilidade disparatada.

Tornemos a situação ainda mais específica, sempre especulando, claro: suponhamos que, em Nunca Mais Digas Nunca, de 1983, James Bond (Sean Connery) e a agente SPECTRE Fatima Blush (Barbara Carrera), a malvada que queria ser a “number one” das parceiras mais ou menos românticas do agente secreto, tiveram um encontro escaldante. No fim do filme, o agente britânico acaba por matar Blush... But did he? E se Blush tiver sobrevivido? Mais, e se Blush tiver sobrevivido carregando no ventre o fruto da paixão que consumou com Bond naquela tarde de lascívia dentro do barco? E que esse fruto veio ao mundo, e que é menina, uma menina Bond. Agora, imaginemos que o MI6 sempre soube da existência de Miss Bond, mas que a manteve sob sua alçada, em ambiente controlado, digamos, e em segredo – o segredo mais bem guardado do MI6, uma espécie de Santo Graal para o Priorado de Sião.

Há aqui uma história. Vamos supor que Daniel Craig saiu mesmo de cena, que desapareceu, que não há James Bond. Entra em cena Miss Bond: sem outra opção, e fazendo valer, de modo interesseiro e cínico, o emotional bond – pun intended – que advém da ligação familiar, M conta à agente... A agente precisa de um número, pode ser 0012 (double-O twelve soa tão bem), que o seu verdadeiro apelido é Bond, antes de lhe atribuir a missão de encontrar o seu pai, James, o 007. De preferência, com vida.

PORTUGAL, O ÚLTIMO REDUTO
As francesas Eva Green, Léa Seydoux e Bérénice Marlohe, a ucraniana Olga Kurylenko, ou as inglesas Rosamund Pike e Gemma Arterton são algumas das bond girls mais recentes, o que limita bastante o casting para o papel de Miss Bond, já que se tratam de algumas das mais belas e talentosas atrizes europeias da atualidade. Acresce que a personagem de Fatima Blush – concordámos atrás que seria ela a mãe da filha de James Bond – era uma mulher de acentuados traços latinos. Ou seja, é a conjuntura ideal para que uma atriz portuguesa possa estrear-se num filme do agente 007.

O CASTING

E é assim que chegamos a três atrizes portuguesas que podiam perfeitamente ficar com o papel de Miss Bond, no filme cuja sinopse propusemos acima e à qual esperamos que a Eon Productions, a companhia britânica que produz os filmes de James Bond, dê a melhor atenção.

Diana Chaves, rosto bem conhecido da televisão portuguesa, protagonista da telenovela de enorme sucesso Laços de Sangue – a produção conquistou um Emmy e foi transmitida em Itália, por exemplo – e que está, neste momento, a gravar a próxima novela da SIC Vidas Opostas. A atriz também é apresentadora de televisão e brilhou como anfitriã de Achas Que Sabes Dançar?

Anabela Moreira é uma atriz com longo currículo, que se estende por cinema, teatro e televisão. Brilhou em filmes do realizador João Canijo, tais como Fátima, Sangue do Meu Sangue e Mal Nascida, no projeto de teatro de Albano Jerónimo Um Libreto Para Ficarem Em Casa, Seus Anormais e nas séries televisivas Filhos do Rock e Filha da Lei.

Joana Santos teve um dos seus pontos mais altos em televisão a infernizar a vida de Diana Chaves, quando foi a pérfida antagonista de Laços de Sangue. De entre os seus trabalhos, destaca-se também Os Improváveis, um projeto de teatro de improviso, e Menina, uma curta-metragem da autoria do próprio marido, Simão Cayatte. Pedimos a cada uma das atrizes que nos ajudasse a construir a sua personagem. O resultado é o que se segue.

B.I. DAS PERSONAGENS

Diana Chaves é... Diana Bond

Bebida de eleição: Uma Margarita parece-me bem. Para uma Bond mais saudável, um sumo de papaia natural. Gadget de sonho: Um modelo de carro clássico, que atingisse grandes velocidades. Para uma Bond que conduz desde os 14 anos. Uma arma que nunca larga: O olhar. Indumentária: Para uma Bond que é uma nadadora de competição, o fato de banho é a peça de eleição para vestir. James Bond favorito (o ator, não o filme): Definitivamente, o eterno Sean Connery. O Bond mais icónico e intemporal.

Anabela Moreira é... Bela Bond

Bebida de eleição: Vermouth. Gadget de sonho: Um Aston Martin anfíbio, à prova de balas, e que voasse. Uma arma que nunca larga:A pistola Walther PPK usada por Sean Connery. Indumentária: Uma gabardine sexy... sem mais nada por baixo. James Bond favorito (o ator, não o filme): Sean Connery.

Joana Santos é... Joana Dark Bond
Bebida de eleição: Uma mini. Não é fresca... é gelada. Gadget de sonho: Um isqueiro que se transforme numa minipistola, mas com grande potência e altíssima precisão. Uma arma que nunca larga: Uma soqueira com diamantes. Indumentária: Roupa elegante, mas confortável para conseguir lutar, escapar, esconder-me e saltar de telhado em telhado. James Bond favorito (o ator, não o filme): Pierce Brosnan.

Fotografia: Branislav Simoncik Realização: Ana Caracol e Pedro Barbosa

*Artigo publicado originalmente na edição de abril de 2018 da GQ Portugal.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

My Name Is James


My Name Is James
FCB Lisboa
Universidade Nova - 2014




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O meu nome é Bond...José Bond

Todo un agente secreto. Jose Mourinho - director técnico de Real Madrid - demostró ser un todo terreno al momento de buscar soluciones. El estratega 'luso' grabó hace un par de años un comercial para una conocida empresa bancaria encarnando el papel de James Bond, el agente 007.

La escena comienza cuando 'Mou' se encuentra hablando por telefono en un avión y de pronto recibe una llamada importante, entonces como no tiene tiempo para esperar que el aeroplano aterrize decide lanzarse en paracaidas mismo película de acción.

Cabe mencionar que aparte del comercial del agente secreto, Mourinho se ha prestado para otras publicidades como las de una conocida marca de automoviles o simplemente en acciones de la bolsa de valores en el Reino Unido.

DB/NetJoven, 20/04/2012

Chelsea reforçou as funções de José Mourinho. Além de treinador, é agora também o agente especial ao serviço do clube londrino. ‘Meu nome é Bond...José Bond’ será, provavelmente, a mensagem. A última faceta do técnico sadino pode ser vista no novo anúncio da Samsung, que a Sky, cadeia de TV britânica, começou a transmitir domingo e que em Portugal poderá ser visto a partir do dia 27.

Na maior campanha publicitária daquela marca, um agente secreto filma um jogador que mostra os seus dotes com a bola, em cima de um telhado londrino, até ao momento em que é surpreendido pelos seguranças. É então que começa uma verdadeira caça ao homem nos topos dos prédios. O agente enfrenta a fúria de cães rottweilers e até uma perigosa perseguição de carros, mas consegue chegar são e salvo à sala da administração do Chelsea, em Stamford Bridge.

A identidade de Mourinho só é desvendada no final do anúncio, quando tira o seu famoso casaco preto e usa o telemóvel para mostrar aos directores o jogador que quer para reforçar o plantel do clube.
A campanha, complementada em jornais, revistas e ‘outdoors’, custou à Samsung um milhão de libras – perto de 1,5 milhões de euros –, incluindo o ‘cachet’ do treinador.

Segundo Mark Mitchinson, administrador da marca em Inglaterra, “Mourinho actua como um agente secreto, o que o torna muito ‘cool’”.

O ‘mister’ do Chelsea, que chegou a apresentar-se aos fãs do clube como sendo especial, é agora um agente secreto.

Em Portugal, o anúncio da Samsung promoverá o Z500 (o 3G mais pequeno do Mundo e que já se encontra à venda no nosso país), ao contrário do que sucede em Inglaterra e países nórdicos, onde o treinador publicita o D600.

TERCEIRO TRABALHO

Este é o terceiro anúncio protagonizado pelo treinador do momento. José Mourinho estreou-se, na publicidade, com a campanha da Master Card, que teve como realizador Martin Scorsese. Seguiu-se, posteriormente, em Portugal, uma campanha para o BPI.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/tv--media/o-meu-nome-e-bondjose-bond, 04/10/2005

Portanto, no desporto ou nos negócios, Mourinho é uma referência mundial seja no plano estrito da liderança seja no campo comunicacional mais vasto.

The million dollar question: a que se deve este impacto comunicacional? Apenas aos resultados conseguidos nos jogos de futebol? Parece-nos que a resposta terá de ser dada pela negativa. Tanto mais que se nos afigura pacifico que José Mourinho não é apenas visto como um treinador de futebol de sucesso. Eventualmente, será assim no “mundo do futebol” mas fora dele profissionais de todo o mundo têm os olhos postos nos seus modelos de interacção, de gestão e de liderança, o que o torna, também, um gestor e um líder de sucesso. Deste modo, Mourinho, é objecto de estudo e de apetência pelas empresas de marketing e publicidade e a sua imagem é utilizada não apenas como um treinador de sucesso mas como um “homem de sucesso”. Nos spots publicitários da American Express realça-se a segurança e a determinação do profissional, bem como a sua capacidade de
antecipação; na campanha publicitária da Samsung compara-se José Mourinho ao famoso agente secreto James Bond – 007, sugerindo vertentes comuns no carácter de ambos: homens destemidos, arrojados e decididos.

Tese Luis Lorenço :: Liderança Mourinho

O pára-quedas de Mourinho

Dois ícones do "Portugal de sucesso", José Mourinho e José Berardo, que ascenderam ao estrelato da publicidade bancária nas televisões, posam em dois anúncios particularmente sugestivos. Um sorridente Berardo substitui a iconografia de reis e navegadores, sentado num cadeirão dourado (dir-se-ia um trono), à beira de um promontório que se abre para a imensidão do mar. Já Mourinho, atitude super cool de James Bond, mergulha de uma avioneta, plana no espaço, abre o pára-quedas e aterra, imperturbável, sobre o terraço de uma luxuosa vivenda com piscina.

Eis o imaginário de sonho que se vende ao país com as famílias mais endividadas da Europa mas onde os bancos registaram, no último exercício, um aumento de 30% dos seus lucros. Logo por acaso, segundo notícia de anteontem, os bancos tiveram outras razões para sorrir: as Finanças acabam de perdoar-lhes os impostos devidos aos depósitos colocados em paraísos fiscais. Mas, em bom rigor, não se tratou formalmente de um "perdão", esclarece a administração fiscal. Tudo se deveu a uma distracção e uma falha da lei que apenas no próximo ano serão corrigidas. Os pára-quedas de Mourinho e da banca não estão propriamente acessíveis ao comum dos contribuintes.

Vicente Jorge Silva, DN, 25 outubro 2006

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O meu nome é Bond, Eurobond

António Jorge Gonçalves / Inimigo Público (Out/2011)


domingo, 17 de agosto de 2008

My name is Wilde. Oscar Wilde



Cenografia ”My name is Wilde. Oscar Wilde” um especáculo de Francisco Camacho

"O projecto parte, uma vez mais, da reunião de duas figuras. A acção centra-se em Oscar Wilde, James Bond e respectivos círculos sociais. Do lado de Wilde temos Lord Alfred Douglas (Bosie) e dois "Wilde Boys". Do lado de Bond temos um Vilão e duas "Bond Girls". O palco está dividido ao meio em zonas simétricas ligadas por um mordomo/mestre-de-cerimónias.

Ambas as figuras são modelos de encenação e codificação de protocolos de comportamento masculino. São estereótipos que numa primeira análise se opõem de modo simétrico. Wilde tem conotações de ambiguidade de género, subtileza de gestos e decadentismo moral. Bond tem conotações de exacerbamento da masculinidade, eficácia performativa e heroísmo moral. Mas uma análise mais sofisticada permite especular sobre a possibilidade de coincidências entre as duas figuras e de inversão das conotações.

Neste trabalho, Wilde e Bond são despertados do seu sono de estereótipos e regressam como fantasmas que se confrontam com uma situação em que não sabem se são carne, robots ou manequins, pessoas ou personagens, realidade ou imaginação. São estereótipos desprogramados por uma encenação libertina que lhes abre as portas para novos encontros num mundo em que todas as ficções são possíveis."

Alexandre Melo

http://www.alkantara.pt/dancas2005/coproducoes01.htm

imagens:Netparque

A cenografia está dividida entre o espaço “Wilde” e espaço “Bond” de acordo com a dicotomia/ empatia que deu origem à peça.

Joana Vilhena (Projecto em co-autoria com Pedro Valagão)
http://www.rcjv.com/projectjo_1.htm

Estreia: Teatro Rivoli, no âmbito do "Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura"
Depois da apresentação de uma nova versão desta peça no Teatro Curvo Semedo, em Maio de 2002, em Montemor-O-Novo, "My Name Is Wilde... Oscar Wilde" foi visto em Lisboa, na Culturgest, nos dias 21 e 22 de Junho de 2002.