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quinta-feira, 10 de julho de 2025

Bonde 2007

 novo banho de generosidade do autocrata quem governa o irmaolucia e que fala de si [quem?] na terceira pessoa, em homenagem a mário-jardel.

oferece-se ilustração original ao pistoleiro que primeiro der o nome da canção, acompanhada do nome da banda e do respectivo álbum.

caros 12 leitores, é aproveitar, estamos em época eleitoral e não sinto sempre esta pulsão de munícipe do valentim loureiro a caminho de aperfilhar mais um frigorífico.

cá vai:

já agora, o último vencedor podia ter dito que não gosta dos meus trabalhos, uma vez que não reclamou o respectivo prémio, ficava-lhe melhor, e eu não sou rancoroso, nem sequer me lembrei de mandar ninguém para uma cadeira de rodas.

                    James Bonde

                    Bonde do Rolê

                    Bonde Do Rolê With Lasers

https://irmaolucia.blogspot.com/

26/06/2007

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Artigo

Bond, James Bond... um ícone à beira da reforma?

James Bond, o glamoroso espião britânico 007 criado em 1953 por Ian Fleming com o livro Casino Royalle, é e será sempre um ícone único da nossa geração graças aos filmes de 007. Depois de Dr. No (1962), estreia em 1967 Casino Royale, filme icónico com o título inspirado no Casino Estoril e gravado em Portugal - onde Fleming vivera e escrevera o livro.

Nasce uma das referências maiores da cultura pop global e uma saga que produz 25 filmes até à estreia de No Time to Die em 2021. Ao longo de mais de 60 anos, o franchise de cinema de James Bond desenvolve uma iconografia própria e apelativa com cinco pilares

• A aventura, o espetáculo e a beleza dos cenários. Filmes marcados por sequências de ação emocionantes, locais exóticos e tramas de alto risco, oferecendo ao espectador uma fuga para um mundo glamoroso de espionagem e aventura

• A virilidade da personagem. Estereótipo de um agente do MI6 e ex-comandante dos serviços secretos da Marinha Real, Bond é um indivíduo superiormente distinto. Inteligente, astuto, engenhoso e diabolicamente independente

• O elemento feminino. Protagonistas atraentes, as famosas Bond girls, invariavelmente seduzidas pelo carisma, a elegância, a autoconfiança e a voz única de James Bond.

• Quarto, o glamour. Começa na escolha do ator e passa pelos automóveis, hotéis ou restaurantes, e pelo enorme cuidado colocado no guardaroupa, especialmente no de 007 - fatos Tom Ford, Pal Zileri ou Canali e e, desde 1995, o incontornável Omega Seamaster.

• E quinto, um trademark fundamental - uma sequência de abertura para nos abrir o apetite e que é muitas vezes a melhor do filme, e uma música intemporal feita à medida por uma estrela do momento, muitas das quais venceram o respetivo Óscar.

Mas o que tem James Bond a ver com uma coluna de Economia? E porquê falar nele agora ? Duas boas razões numa ótica de economia da 7.ª Arte ... e do próprio futuro dos filmes de James Bond.

Esta semana um empresário austríaco, Josef Kleindienst, abriu uma guerra pelo controlo do franchise multimilionário de 007. E com que base ? Num detalhe legal muito interessante. Ao abrigo da legislação do Reino Unido e da UE, se uma marca estiver registada para determinados bens e serviços, mas o proprietário não o explorar comercialmente nessas áreas durante um período de, pelo menos, cinco anos, a propriedade da marca pode ser impugnada e transferida para um terceiro.

A ação colocada por Kleindienst abrange um enorme leque de expressões da marca como James Bond Special Agent 007, James Bond 007, James Bond, James Bond: World of Espionage e até a famosa expressão Bond, James Bond. E cobre uma larga gama de categorias como automóveis, jogos de computador, merchandising e múltiplos serviços.

As marcas James Bond estão registadas em todo o mundo pela empresa norte-americana Danjaq em conjunto com a Eon, a produtora de todos os filmes de James Bond. Mas Kleindienst, que afirma ser o maior promotor imobiliário europeu nos Emirados Árabes Unidos, confirmou que tem planos muito concretos para usar o nome de Bond assim que vencer a ação e promete um “anúncio para muito breve”.

Qual a motivação do empresário austríaco? James Bond ainda é um franchise valioso e com potencial e o intervalo entre filmes que se está a viver tem muito a ver com a escolha do novo protagonista. O que nos leva a outra dimensão interessante - quem vai tomar o lugar de Daniel Craig ? Uma questão que agora se torna central, porque já passaram quatro anos desde No Time to Die e quanto mais tempo demorar a escolha mais perto fica Kleindienst do prazo para exercer a sua litigância.

Entretanto, os atuais detentores dos direitos da marca parecem muito calmos “Não estamos à procura de perturbar a forma como esses filmes maravilhosos são feitos e acreditamos que o público será paciente. Não queremos muito tempo entre os filmes, mas não estamos preocupados neste momento”, refere a produtora Jennifer Salke, CEO da Amazon MGM Studios.

Desde que Sean Connery iniciou a saga, há mais de 60 anos, sete atores assumiram o papel principal em 25 filmes. Skyfall foi o mais bem-sucedido com 1,5 mil milhões USD em receitas de bilheteira, mas já No Time to Die, o último, não chegou a metade - o que não é nada auspicioso e coloca grande peso na escolha do próximo 007 e na atratividade do novo filme.

Mas há um desafio muito maior e perigoso para o franchise. Nos 50 filmes com maior receita de bilheteira a nível mundial desde sempre, só há um filme de James Bond... Skyfall. E num mísero 36.º lugar. Se Bond faz as delícias duma geração, não parece atrair as seguintes que preferem Avatar ou qualquer dos filmes da série Avengers. Trazer o franchise para as novas gerações é seguramente o maior desafio e não é evidente que se consiga ultrapassar, de tal forma se tornou rígido o modelo de 60 anos dos filmes 007. Não se pode pôr de parte que o modelo esteja esgotado e que Bond caminha para a reforma - e que seja talvez a sua reinvenção o que está a motivar Kleindienst.

João Rodrigues Pena, DN, 18/02/2025

* Empresário, gestor e consultor


quarta-feira, 20 de setembro de 2023

terça-feira, 20 de junho de 2023

Capitão Fausto

Estava a ouvir os Capitão Fausto e só agora reparei que um dos temas tinha partes de um tema de James Bond. Ao googlar  encontrei o seguinte:

E "Alvalade Chama por Mim"?

DC – Existe uma coisa engraçada sobre essa música, o título inicial chamava-se "Scaramanga", como o vilão do James Bond. Isto aconteceu porque quando gravámos o disco tínhamos a coleção inteira dos filmes e estávamos sempre a tentar dar esse nome a uma música. Depois alterámos porque era um nome de trabalho, a única que ficou com o título original, foi uma que eu sempre gostei muito, a "Corazón".

Fórum Estudante, 2016

É consciente que na última e oitava canção Alvalade Chama Por Mim existe uma referência ao You Only Live Twice, de Nancy Sinatra e composição do sempre notável John Barry, em 1966. Sendo esta uma das canções mais emblemáticas da OST de 007, faz-me pensar que o vosso disco é profundamente conceptual na medida em que o título do álbum contradiz a faixa que o encerra, como referencial claro a uma iconografia, imortalizada nas diversas artes. “You only live twice or so it seems // One life for yourself and one for your dream”, assim começa a canção.

F.F - Não é de todo conceptual, mas encontraste a ligação perfeita. O que só dá mais gozo ao olhar agora para o disco. A verdadeira história por detrás dessa música é que no Minho temos uma casa, que nos serve de retiro muitas vezes e onde temos muitas memórias e nostalgias. Local onde ensaiamos, compomos e nessa rotina, de trabalho e mergulhos na piscina, à noite depois do jantar, relaxamos. Dos poucos entretenimentos que existem é uma colecção inteira dos filmes dos James Bond. E no Pesar o Sol já tínhamos visto todos os filmes. Bom, rejeitámos os filmes com o Timothy Dalton e G.Lazenby (...) desta vez não vimos todos, porque o televisor avariou. Mas vimos o nosso favorito The Man With The Golden Gun. E alguém começou a tocar uns acordes muito semelhante aos dessa música e entusiasticamente decidimos mantê-los. Sabíamos que a linha melódica dos violinos era da Nancy Sinatra, mas confundimos os filmes de tal forma que apelidámos a canção durante muito tempo de Scaramanga. Também havia uma referência mais pop e contemporânea, associada a Robbie Williams e ao sampler em Millennium. Que é uma óptima canção, para nós.

S.S - ...e sim é uma homenagem completamente assumida e consciente, mas apenas ao nível da sonoridade e da referência cinéfila. Não a creditámos.

Umbigo magazine, 2016

Chegados ao majestoso desfecho “Alvalade Chama Por Mim”, e à secção de metais com um perverso piscar de olho a “You Only Live Twice”, sublinhamos as suspeitas que atravessam todo o disco: Morreram os putos, fizeram-se Homens.

2016

A única autoridade era James Bond, dono da setlist temática, e que dirigiu os seus intervenientes por uma viagem histórica pela noite da última quinta-feira.

https://altamont.pt/reportagem-capitao-fausto-lux/

2014

quarta-feira, 23 de março de 2022

007 - Dúvidas Existenciais

Não gosto muito deste tipo de filmes, por isso é que preciso de uma ajudinha.

Em que filme do 007 é que o caramelo (nem sei qual dos actores é) sai de dentro de água, despe o fato de mergulho, e tem um smoking por baixo?

Já agora, para os mesmo, mesmo, mesmo entendidos, a mesma coisa, mas em vez de fato de mergulho, é um pára-quedas, e quando ele aterra, despe aquela coisada e por baixo tem o tal do smoking.

Alguma alminha mais esclarecida nestas matérias me diz a que filmes é que pertencem estas duas cenas?

Obrigadinhos

Jonasnuts, 06.11.06

Este Blog começa a parecer um help-Blog (novo conceito, inventado mesmo agora), tendo em conta que os últimos posts são sempre pedidos de ajuda (o leitor de feeds de RSS , o 007, etc.), a este post não vai fugir à recentemente criada tradição.

Jonasnuts, 08.11.06

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Soconel





"Bonito e interessante exemplar de uma pastilha elástica portuguesa fabricada pela Soconel."

João Manuel Casal, Facebook, 10/10/2019

quarta-feira, 20 de março de 2019

GQ Portugal - O meu nome é Bond, Miss Bond

GQ Portugal / Jane Bond

E se o próximo agente secreto com licença para matar fosse uma mulher? Melhor, se fosse uma mulher portuguesa? Diana Chaves, Joana Santos e Anabela Moreira são as apostas GQ Portugal.

Descubra tudo, no link:
https://bit.ly/2HsH1wQ

O nome é Bond, Miss Bond

E se o próximo agente secreto com licença para matar fosse uma mulher? Aproveitámos a relutância de Daniel Craig em regressar ao papel para especular um pouco e criámos um argumento para que Bond seja uma mulher... portuguesa.

E se o próximo agente secreto com licença para matar fosse uma mulher? Aproveitámos a relutância de Daniel Craig em regressar ao papel para especular um pouco e criámos um argumento para que Bond seja uma mulher... portuguesa.

A situação é recorrente: depois de cada novo filme da saga 007, Daniel Craig diz que já não volta a fazer de agente secreto, que para ele chega, que não dá mais, que escusam de lhe aumentar os valores do contrato. Foi assim a seguir a 007: Casino Royale, em 2006, foi igual após Quantum of Solace (2008), aconteceu o mesmo depois de 007: Skyfall (2012) e não foi diferente quando, deixando 007: Spectre (2015) para trás, se começou a falar no 25.º filme de James Bond, a icónica personagem criada pelo escritor Ian Fleming na década de 50. Entretanto, com o realizador inglês Danny Boyle (Trainspotting, 28 Dias Depois, Quem Quer Ser Bilionário) já aos comandos do novo “projeto Bond”, parece que Craig replicou com precisão todas as situações anteriores e acabou por aceitar o desafio, assegurando para o 007 que se segue aquele estilo durão e introvertido, engraçado mas não em demasia, inteligente, ágil e emocionalmente frágil com que caracterizou a mítica personagem que passou, antes de lhe chegar à pele, por tantas mãos e rostos, umas vezes com mais brilho, outras com menos sucesso. A estreia do filme já tem data marcada: 8 de novembro de 2019.

O IMPASSE

Enquanto Daniel Craig não se decidia, as conversas de bastidores iam ganhando volume. Publicações especializadas em cinema especulavam sobre quem seria o James Bond. As revistas cor-de-rosa, apercebendo-se do burburinho, elegiam os seus próprios favoritos e, a certa altura, até as casas de apostas entraram no jogo de adivinhar quem seria o próximo – Tom Hardy, Michael Fassbender, Idris Elba, Cillian Murphy, Tom Hiddleston, eram apenas os nomes mais fortes em cima da mesa, mas também James McAvoy e até Ewan McGregor e Jude Law chegaram a surgir como verdadeiras possibilidades para herdar o smoking, o laço, a Walther PPK e o Aston Martin de Craig.

Também na GQ fizemos as nossas contas e, internamente, as nossas listas de favoritos – excetuando uma situação que explicaremos mais adiante, sem grandes surpresas, diga-se, uma vez que pouco diferiam das listas restantes, com Tom Hardy e Michael Fassbender a surgirem como favoritos, seguidos de perto por Idris Elba e Cillian Murphy. Só as presenças Colin Farrell, Benedict Cumberbatch e Luke Evans, isoladamente espalhados por votações mais criativas, seriam passíveis de causar um certo espanto, mas, mesmo esse, rapidamente dissipável.

O PLOT TWIST

Este tipo de exercício em que se elaboram listas de preferências costumam caracterizar-se pela existência de uma certa unanimidade em torno dos verdadeiros favoritos e, em simultâneo, pela irreverência de um, e só um, elemento que tem uma opinião completamente contracorrente. No caso desta votação, a surpresa, a tal exceção que estava por explicar, veio da parte de Patrícia Domingues, chefe de redação da Vogue Portugal, que, intrigada com as demais listas, perguntou: “Porque é que o novo Bond não pode ser uma mulher?”

A sugestão, que causou generalizada perplexidade, acabou por ficar a marinar depois de assente a poeira. De facto, porque não um Bond no feminino? Só precisa de um bom argumento.

O BOM ARGUMENTO

Ian Fleming que nos perdoe pelo exercício, mas este vale mesmo a pena. Imaginemos uma circunstância verosímil, por exemplo, a possibilidade de James Bond ter deixado descendência depois de um dos seus múltiplos relacionamentos mais carnais do que amorosos no decorrer de uma das suas inúmeras aventuras. Não é uma possibilidade disparatada.

Tornemos a situação ainda mais específica, sempre especulando, claro: suponhamos que, em Nunca Mais Digas Nunca, de 1983, James Bond (Sean Connery) e a agente SPECTRE Fatima Blush (Barbara Carrera), a malvada que queria ser a “number one” das parceiras mais ou menos românticas do agente secreto, tiveram um encontro escaldante. No fim do filme, o agente britânico acaba por matar Blush... But did he? E se Blush tiver sobrevivido? Mais, e se Blush tiver sobrevivido carregando no ventre o fruto da paixão que consumou com Bond naquela tarde de lascívia dentro do barco? E que esse fruto veio ao mundo, e que é menina, uma menina Bond. Agora, imaginemos que o MI6 sempre soube da existência de Miss Bond, mas que a manteve sob sua alçada, em ambiente controlado, digamos, e em segredo – o segredo mais bem guardado do MI6, uma espécie de Santo Graal para o Priorado de Sião.

Há aqui uma história. Vamos supor que Daniel Craig saiu mesmo de cena, que desapareceu, que não há James Bond. Entra em cena Miss Bond: sem outra opção, e fazendo valer, de modo interesseiro e cínico, o emotional bond – pun intended – que advém da ligação familiar, M conta à agente... A agente precisa de um número, pode ser 0012 (double-O twelve soa tão bem), que o seu verdadeiro apelido é Bond, antes de lhe atribuir a missão de encontrar o seu pai, James, o 007. De preferência, com vida.

PORTUGAL, O ÚLTIMO REDUTO
As francesas Eva Green, Léa Seydoux e Bérénice Marlohe, a ucraniana Olga Kurylenko, ou as inglesas Rosamund Pike e Gemma Arterton são algumas das bond girls mais recentes, o que limita bastante o casting para o papel de Miss Bond, já que se tratam de algumas das mais belas e talentosas atrizes europeias da atualidade. Acresce que a personagem de Fatima Blush – concordámos atrás que seria ela a mãe da filha de James Bond – era uma mulher de acentuados traços latinos. Ou seja, é a conjuntura ideal para que uma atriz portuguesa possa estrear-se num filme do agente 007.

O CASTING

E é assim que chegamos a três atrizes portuguesas que podiam perfeitamente ficar com o papel de Miss Bond, no filme cuja sinopse propusemos acima e à qual esperamos que a Eon Productions, a companhia britânica que produz os filmes de James Bond, dê a melhor atenção.

Diana Chaves, rosto bem conhecido da televisão portuguesa, protagonista da telenovela de enorme sucesso Laços de Sangue – a produção conquistou um Emmy e foi transmitida em Itália, por exemplo – e que está, neste momento, a gravar a próxima novela da SIC Vidas Opostas. A atriz também é apresentadora de televisão e brilhou como anfitriã de Achas Que Sabes Dançar?

Anabela Moreira é uma atriz com longo currículo, que se estende por cinema, teatro e televisão. Brilhou em filmes do realizador João Canijo, tais como Fátima, Sangue do Meu Sangue e Mal Nascida, no projeto de teatro de Albano Jerónimo Um Libreto Para Ficarem Em Casa, Seus Anormais e nas séries televisivas Filhos do Rock e Filha da Lei.

Joana Santos teve um dos seus pontos mais altos em televisão a infernizar a vida de Diana Chaves, quando foi a pérfida antagonista de Laços de Sangue. De entre os seus trabalhos, destaca-se também Os Improváveis, um projeto de teatro de improviso, e Menina, uma curta-metragem da autoria do próprio marido, Simão Cayatte. Pedimos a cada uma das atrizes que nos ajudasse a construir a sua personagem. O resultado é o que se segue.

B.I. DAS PERSONAGENS

Diana Chaves é... Diana Bond

Bebida de eleição: Uma Margarita parece-me bem. Para uma Bond mais saudável, um sumo de papaia natural. Gadget de sonho: Um modelo de carro clássico, que atingisse grandes velocidades. Para uma Bond que conduz desde os 14 anos. Uma arma que nunca larga: O olhar. Indumentária: Para uma Bond que é uma nadadora de competição, o fato de banho é a peça de eleição para vestir. James Bond favorito (o ator, não o filme): Definitivamente, o eterno Sean Connery. O Bond mais icónico e intemporal.

Anabela Moreira é... Bela Bond

Bebida de eleição: Vermouth. Gadget de sonho: Um Aston Martin anfíbio, à prova de balas, e que voasse. Uma arma que nunca larga:A pistola Walther PPK usada por Sean Connery. Indumentária: Uma gabardine sexy... sem mais nada por baixo. James Bond favorito (o ator, não o filme): Sean Connery.

Joana Santos é... Joana Dark Bond
Bebida de eleição: Uma mini. Não é fresca... é gelada. Gadget de sonho: Um isqueiro que se transforme numa minipistola, mas com grande potência e altíssima precisão. Uma arma que nunca larga: Uma soqueira com diamantes. Indumentária: Roupa elegante, mas confortável para conseguir lutar, escapar, esconder-me e saltar de telhado em telhado. James Bond favorito (o ator, não o filme): Pierce Brosnan.

Fotografia: Branislav Simoncik Realização: Ana Caracol e Pedro Barbosa

*Artigo publicado originalmente na edição de abril de 2018 da GQ Portugal.

sábado, 12 de setembro de 2015

Roger Moore na televisão portuguesa

Roger Moore a desenhar a personagem James Bond.



"Parabéns" de Herman José - o apresentador cantou "Nobody Does It better"




25 de Março de 1996
programa "Parabéns" da RTP

video


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Portugues-cria-invencoes-ao-estilo-de-007

Um antigo mecânico de submarinos inventou uma bengala que dispara e toca música, ao melhor
estilo dos filmes de James Bond.

Manuel Pereira também criou malas com alarme e um calendário para 100 anos.

RTP

"Mr Q" do Laranjeiro

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Intrigue in Portugal



JAMES BOND TRADING CARD 29

SILVERCARD: ON HER MAJESTY’S SECRET SERVICE
Intrigue In Portugal

JAMES BOND – GEORGE LAZENBY

ECLIPSE/EON, CANADA 1993

http://www.007collector.com/bond/?p=3181

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Igual ao de James Bond


Participou de um rali de automóveis antigos e quase foi parceiro de dois outros modelos idênticos nas filmagens de «Ao Serviço de Sua Majestade», na Costa do Sol, na década de 60. Este Aston Martin de matrícula portuguesa é «herói» único

Dos apenas 296 Aston Martin DBS Vantage fabricados, um dos sobreviventes encontra-se na Mealhada. Contrariando algumas opiniões, o belíssimo automóvel não foi vedeta de cinema, mas é peça única no país.

Quando, no final dos anos 60, o realizador britânico Peter Hunt veio filmar, nos arredores de Lisboa, algumas cenas da película «Ao Serviço de Sua Majestade», com George Lazenby no papel de James Bond, já existia no Estoril um soberbo Aston Martin DBS Vantage idêntico aos dois automóveis trazidos da Grã-Bretanha para serem utilizados nas filmagens. As diferenças, se é que se podem ter como tal, eram mínimas. Além das posições de condução contrárias, residiam apenas na existência de dois reluzentes espelhos retrovisores «racing» sobre os guarda-lamas da frente dos carros do Agente 007, que tinham os números de chassis 5109/R e 5234/R, enquanto o do Aston Martin existente em Portugal tem o número 5360/L e os espelhos estão colocados nas portas. De resto, as mesmas jantes cromadas de raios brilhantes, os mesmos estofos em pele, o mesmo logo com a palavra Vantage na carroçaria…

O facto de parte das rodagens terem decorrido na zona do Estoril e de os carros não terem sido alvo de modificações especiais, dado o «script» não contemplar a sua participação em cenas violentas ou em perseguições arriscadas, a imporem a utilização de metralhadoras retrácteis, mísseis disparados a partir do tablier, radares, lâminas para cortar os pneus dos veículos dos inimigos e acessórios semelhantes que, noutros filmes, levaram ao rubro os fãs de James Bond, também contribuiu para que, ainda hoje, haja quem advogue que o Aston Martin de matrícula portuguesa teria sido então vedeta cinematográfica.


Não é assim. Quem conheceu Francisco Duarte, seu primeiro proprietário, já falecido, garante-nos que nem o próprio mecânico era autorizado a guiar o automóvel sem que dessa intenção previamente tivesse falado ao dono. Para as peripécias de um filme, então, nem pensar. Colaboradores próximos referem que os carros eram estimados e acarinhados como membros da família. Ou talvez mais.

Não dispensando, qualquer que fosse o estado do tempo, um mergulho diário nas águas da praia do Tamariz, Francisco Duarte era uma figura muito conhecida e mesmo carismática do Estoril, de cujo casino (onde o bar interior, em sua recordação, mantém o nome Du Arte Garden) foi director artístico durante largos anos. «Bon vivant» e grande apaixonado por automóveis de prestígio e qualidade, foi dono em simultâneo, entre outros de menor valia, do Aston Martin, de um Facel Vega e de um Armstrong Siddeley que guardava quase religiosamente nas garagens de um dos principais hotéis do Estoril. E, se dos dois últimos pouco se sabe, do primeiro foram ficando noticias, não apenas pelo seu hipotético relacionamento com as aventuras de James Bond na Costa do Sol, mas sobretudo por ser o único DBS Vantage que se encontra registado em Portugal. Adquirido por Francisco Duarte poucos meses após a apresentação da série DBS em 1967, o veículo constitui, apesar de ser um «coupé» de duas portas, o primeiro modelo verdadeiramente de quatro lugares produzido pela marca inglesa desde a sua fundação, em 1919, decisão que foi considerada, pelos mais puristas, como uma importante cedência aos interesses do mercado norte-americano. Com caixa manual de cinco velocidades e motor de seis cilindros em linha, 3995 centímetros cúbicos de cilindrada e 325 cavalos de potência, o automóvel alcançava a velocidade máxima de 225 km/hora.

Custava na origem pouco mais de cinco mil libras este modelo de que foram fabricados uns escassos 296 exemplares - quantos terão sobrevivido? -, dos quais somente 27 com volante à esquerda como aquele em que Francisco Duarte se passeou orgulhosamente enquanto a saúde lhe permitiu conduzir.

Falecido em meados da década de 90, os carros de marcas ilustres passaram aos herdeiros e, ainda em 1995, o belo Aston Martin entrou na posse de um médico de Lisboa que o submeteu a pequenas reparações de manutenção, nomeadamente de pintura, antes de o mandar vender, em leilão, em Março do ano passado, com mais de cem mil km no totalizador.

Rosinda Castanhas, administradora de uma empresa do ramo alimentar na zona centro do país, foi a compradora e, daí para cá, se bem que a parte de leão caiba ao marido, tem-no conduzido com alguma regularidade, embora entenda ser «um pouco… pesado, o que obriga a uma forma de estar e de guiar completamente diferente da que se faz com os carros actuais; eu própria me visto de maneira diferente quando utilizo o Aston Martin: sinto que me transporta à sua época, mas é extremamente agradável usufrui-lo.»

Para a actual proprietária, que já participou num rali de automóveis antigos com Aston Martin, foi amor à primeira vista: «Acho-o lindíssimo… e apesar de não ser uma coleccionadora - sou uma apreciadora que tem bons automóveis e sempre teve -, quando olhei para o carro, durante o leilão em Sintra, apaixonei-me, inscrevi-me e, de repente, vi-me a licitar com alguma determinação até que me foi entregue.»

Por quanto?… Não o disse, mas podemos adiantar que, na Grã-Bretanha, serão necessárias pelo menos umas 19 mil libras para se adquirir um em estado semelhante.

NUNO COUTINHO / Expresso, 06/01/2001

Para Rosinda Castanhas foi amor à primeira vista com este Aston Martin DBS Vantage. Apesar de não ser coleccionadora, a sua actual proprietária aprecia bons carros, pelo que o arrematou num leilão. Hoje, na maioria das vezes, quem o conduz é o marido

[imagem: miniatura da Corgi]

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Hotel Palácio Estoril celebra 80 anos de vida

Agosto é mês de festa no hotel. E porquê? Porque se assinalam os seus 80 anos de vida. Uma história entre chefes de Estado, reis, rainhas, príncipes, e princesas, espiões reais e de ficção

A entrada do Palácio Estoril Hotel faz-se pela Rua Particular, actualmente em obras, onde uma cancela fechada anuncia a chegada à propriedade deste espaço hoteleiro. Um funcionário controla os acessos e a cancela é elevada manualmente.

Logo que estacionado o carro, o sr. Afonso (o funcionário mais antigo, com 56 anos de casa), um dos trintanários do hotel, recebe quem chega abrindo a porta dos carros e dando as boas-vindas, sempre acompanhado de um sorriso e de um ligeiro levantar do chapéu. Está feita a chegada oficial ao Palácio Estoril Hotel.

A história do hotel remonta ao ano 14 do século passado. Fausto Figueiredo (1880-1950), homem do Norte, empresário e responsável pela dinamização do turismo português, principalmente na zona do Estoril, foi o mentor do projecto do hotel idealizado para ter início nesse ano. Mas a I Guerra Mundial adiou os planos e as obras só viriam a começar em 1928.

Dois anos mais tarde, a 30 de Agosto, o hotel abre as portas ao público, recebendo no seu ano de estreia o príncipe Takamatsu, irmão do imperador Hirohito do Japão, que estava em lua-de-#-mel. O Palácio Estoril tem sido desde então uma natural escolha de inúmeros reis, rainhas, príncipes e princesas de todo o mundo, para momentos de lazer mais prolongados ou para simples estadas oficiais.

Henry Martinet foi o arquitecto francês responsável pela obra do edifício, inspirando-se em lugares de culto da época como Biarritz. Lucien Donnat, hoje com 88 anos, teve a seu cargo a decoração, marcada pela linha art déco, movimento em voga na altura da construção do hotel.
"Desde o primeiro momento que Donnat [arquitecto de interiores] tem sido a pessoa responsável pela decoração desta casa. Na última remodelação que decorreu há meia dúzia de anos, antes do 75.º aniversário, ainda foi feita por ele. Claro que no futuro já não será assim devido à sua idade, mas serão certamente respeitadas as suas directrizes estilísticas", explica Francisco Corrêa de Barros, director--geral do Palácio Estoril Hotel, ao DN.

A tradição continua a ser o que era para alguns dos hóspedes deste espaço. Habituados a passarem férias desde crianças, nunca quebraram este ritual instituído por familiares, e todos os anos regressam para descansarem. "A minha avó trazia-me cá todos os Verões. Casei-me, fui mãe e avó e criei esse mesmo hábito na minha família. Hoje, venho para cá sozinha. Esta é a minha segunda casa, mas por vezes não sei se não é a primeira pelo carinho e afecto com que sou tratada", confessa Elisa Pimenta, de 74 anos, cliente habitual do hotel. Já cá viveu durante três anos, depois de ter sofrido um acidente. A relação de cumplicidade criada entre Elisa Pimenta e o staff ultrapassou, há muito, a simples relação entre cliente/funcionários.

Em 1983, o Palácio Estoril deixa de pertencer à família Figueiredo e passa para as mãos de uma outra família, a do iraquiano Albaker. O primeiro contacto com o hotel acontece em 1974, mas o negócio só se concretiza nove anos mais tarde.

Por aqui já pernoitaram Grace Kelly e o príncipe Rainier, Gina Lollobrigida, Rock Hudson, Pedro Almodóvar, Pedro Abrunhosa, Joan Baez, Charles Trenet, Diana Ross, Chris de Burgh, os príncipes do Luxemburgo, o príncipe Edward, o Rei Juan Carlos e a rainha Sofia, Valentino Rossi, Amália, Diana Rigg, George Lazenby, Ian Fleming, Orson Welles, Tony Blair, Benjamin Natanyahu, entre muitas outras figuras do panorama político, artístico e cultural, nacional e internacional.

"Somos uma grande família que tem prazer em receber quem nos escolhe", frisa Francisco Correa de Barros.

Um hotel que conta as histórias do tempo que passa.

CATARINA VASQUES RITO / Diário de Notícias / 2010

História com espiões

Quando James Bond visitou o Estoril

Reais ou de ficção, as histórias dos agentes secretos confundem-se com a do Palácio Estoril Hotel. O mais famoso agente de sempre, no cinema, é James Bond. As filmagens do filme 007, Ao Serviço de Sua Majestade, com George Lazenby e Diana Rigg, a bond girl, passaram por Portugal, nomeadamente pelo hotel, em 1969. José Diogo, concierge, então com 17 anos, foi convidado a participar numa cena, onde entrega as chaves do carro com Bond de costas para a câmara. O jovem aceitou o desafio e nunca mais esqueceu este momento.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Quantum of Solace


Quantum of Solace for a publisher in Portugal - Arteplural/Contraponto

http://ptbond.blogspot.com/2010/02/michael-gilette-e-uma-pequena-grande.html

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Bond Brands


Na segunda guerra mundial Portugal era um país mítico.

Estava em paz, era barato e cercado pelo Atlântico. Constituía a ponte ideal para o novo mundo.

Fausto Figueiredo tinha criado, em 1953, a Riviera portuguesa e tinha conseguido espalhar esse charme por toda a Europa. Pelo que, para além da neutralidade, da paz, da segurança e da
tranquilidade, o Estoril tinha as praias, os hotéis de luxo e o casino.

Para fugir à guerra, entre 1939 e 1946, passaram pela costa do Estoril mais de 20.000 estrangeiros.

Refúgio de reis, rainhas, príncipes, escritores, realizadores de cinema e anónimos à procura de um local de passagem seguro para recomeçar a sua vida em terra prometida.
A acompanhar este êxodo, a habitual escolta de jornalistas, espiões, diplomatas e polícias em busca de notícias e informações.

A Linha tornou-se num local cosmopolita, longe da guerra e um berço de famílias reais: O rei Humberto de Itália, os condes de Barcelona e o seu filho Juan Carlos, Carlota do Luxemburgo, Eduardo de Windsor e Wallis Simpson, mulher por quem Eduardo abdicou do trono.

O Casino, a discoteca Palm Beach (que abriu nos anos 40), o restaurante Muxaxo, o Pé Leve e a Choupana constituíam então locais de referência. Jean Renoir, Antoine de Saint-Exupery (autor do “Principezinho”), entre muitos outros nomes famosos, aproveitaram o único porto livre e neutral da Europa, contribuindo para que Portugal fosse, nessa altura, um paraíso de glamour no meio da guerra.

Foi nesta atmosfera que Ian Fleming - também de passagem para os E.U.A na companhia do director da inteligência naval inglesa, o Almirante Godfrey - conheceu o casino do Estoril, tendo aqui nascido o seu famoso personagem James Bond, bem como, a sua primeira peça ‘O CASINO ROYALE’.

James Bond surge, então, de um vasto conjunto de influências: da atmosfera vivida no Hotel Palácio, da companhia de Dusko Popov (agente retirado do KGB), mas também, de um conjunto de características do próprio autor que, segundo consta, era muito mulherengo.

Do CASINO ROYALE – casino do Estoril – fica o seu fascínio e a sua experiência pessoal, onde se conta que o próprio tentou levar um alemão à banca rota (no Bacarat), desafio que o fez perder até a camisa, acabando o Almirante Godfrey por ter que pagar as suas dívidas.

Bond nasceu em Portugal, sendo este um dos seus segredos mais bem guardados. Foi ainda neste ‘Aqui’ que Bond se casou no filme ‘On her majesty secret service’ - o único filme de George Lazenby e onde, curiosamente, contracenou com oito Bond Girls tendo, na mesma noite, dormido com sete, acabando por se casar com a oitava que, tragicamente, morreu virgem nos seus braços.

James Bond é, hoje, mais famoso que o Tintin, mais sexy que Matahari, mais poderoso que o Batman e o Super-homem juntos. Mais do que um filme, é uma poderosíssima marca que, em termos económicos, foi capaz de gerar 3,3 biliões de USD em 20 filmes, tendo já sido visto por cerca de metade da população do planeta.

Enquanto marca, é muito bem gerida:

• O mundo tem mudado, mas Bond tem rejuvenescido sempre e, talvez por isso, ostente uma aura intemporal.
• Tem uma formula mágica
• Representa o que os homens gostariam de ser e o que as mulheres um dia gostariam de ter.
• Ninguém optimiza a masculinidade como Bond.
• Possui um conjunto de características únicas e de símbolos, tal como uma verdadeira marca:
James Bond – um nome elegante e viril
007 – um código vencedor
My name is Bond, James Bond – um personal slogan
Para além disso, dispõe de uma identidade musical e de um código visual (bala)
• É sexy
• A sua missão é salvar o mundo
• É tecnófilo
• É incorruptível
• Amante de relógios, champanhe e carros rápidos
• Very British
• Vive rodeado de mulheres bonitas

Por tudo isto, mais do que a marca de um filme, Bond configura uma tipologia de marcas que podemos designar por Bond Brands.

Trata-se de uma super-brand ficcionada, que funciona como uma gigantesca montra comercial, que existe e se desenvolve numa “all stars logic”, como os Jogos Olímpicos ou a Champions League.

Esta Bond brand é, por isso, uma marca colectiva capaz de venderse a si própria, mas que existe, essencialmente, para vender outras marcas, que se organizam em seu redor por layers de proximidade (sponsor principal, second circle ou licensing).

Mais do que uma peça da 7ª arte, cada filme constitui uma arte de product placement. Bond veste Brioni e calça Church`s.

Guia um Aston Martin, um Lótus, um BMW. Fuma Dunhill ou Philip Morris. Bebe Martini ou Ballinger champagne.

O seu código mágico de sucesso vive da trilogia champanhe, relógio e carro, mas a organização da oferta na gestão global da marca leva ao endereçamento de quase todos os públicos. Por exemplo, no filme ‘Golden Eyes’, as marcas OMEGA e BMW apelam para os homens de 35 anos, YSL para as mulheres, Perrier para as audiências mais novas, Aston Martin para os seus fãs mais exigentes e conservadores, o Continente para as famílias.

Nem o Harrods consegue ter tantas secções:

Bond Gadgets (binóculos de bolso, câmaras miniatura, relógios telefone, isqueiros gravador, Visa keyring, bond Ericsson phone, Micor botija de oxigénio);

Bond Cars (Sunbeam, Bentley, Aston Martin, Toyota, Lotus, Ferrari, BMW, e no mais recente filme, um novo Aston Martin e a estreia do Fiat Panda.

Bond Watches (Rolex, Seiko, Omega)

Bond Bar (Beafeeter gin, Black&White whisky, Bollinger champagne, Campari, Cinzano, Dom Perignon, Finland Vodka, Gordons gin, Jack Daniels, Lowenbrau beer, Miller, Monton rothchild, Smirnof vodka, Taittinger, Veuve clicquot e, claro, Martini);

There`s no business like Bond business.

Se James Bond ‘nasceu’ em Portugal e constitui, hoje, uma das marcas colectivas mais bem sucedidas e rentáveis do mundo, será que 007 significa o código de sucesso que Portugal precisa para acreditar em si próprio?

Este precioso segredo que Ian Fleming nos deixou, reeditado no final de 2006, bem pode lembrar-nos a Riviera de outros tempos e, quem sabe, ajudar a projectar Portugal para o mundo das marcas, sem quaisquer preconceitos de ser um país pequeno porque, afinal, conseguiu ser o berço de uma marca tão grande.

Carlos Coelho
Novembro 2006

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Evolução

revista Maxmen

segunda-feira, 29 de março de 2010

Os Émulos 007



Por meados do Século XX, o fenómeno heróico e comercial logrado por James Bond 007, além de revitalizar excepcionalmente o género de espionagem no cinema e na literatura, gerou o aparecimento, efémero ou sequenciado, de diversos agentes secretos referenciáveis por uma sigla numericamente similar. As características dos produtos e dos protagonistas eram parecidas, e as proezas decorriam sobretudo na Europa - aliás indiciando uma origem de fabrico, embora por vezes se conotassem operacionais americanos que intervinham no estrangeiro. Um dos mais populares e trepidantes foi OSS 117 (Hubert Bonisseur de la Bath), logo em fitas com Kerwin Mathews dirigido por André Hunebelle. Cabe ainda destacar OSS 77 (Robert Kent), um sucedâneo italiano, de aliciantes eróticos e exóticos. Ou 077 (George Farrell), que chegou a cumprir uma Missão em Lisboa (Espionage in Lisbon - 1965 - Fréderic Aycardy) - entre vários que em Portugal enfrentaram ameaças científicas, tráficos de tecnologia e outras crises entre as superpotências. Sem esquecer que até Bond andou por cá - na pele de George Lazenby, como 007 Ao Serviço de Sua Majestade (On Her Mejesty’s Secret Service - 1969 - Peter Hunt).

O nosso cinema chegou a investir na fórmula, com destaque para Operação Dinamite (1967 - Pedro Martins) com Nicolau Breyner, e 7 Balas Para Selma (1967 - António de Macedo) com Florbela Queiroz & Sinde Filipe.

Assinala-se também um outro tipo de personagens que fizeram culto, muitas vezes pela própria carisma dos intérpretes - como Michael Caine no míope e introvertido Harry Palmer (sobre romances de Len Deighton); ou Eddie Constantine no duro e insolente Lemmy Caution (segundo Peter Cheney), que Jean-Luc Godard celebrou em Alphaville (1965).

Aliás, também os americanos se deixaram envolver - entre a rivalidade heróica e a competição cinéfila. É o caso de Matt Helm - a partir de 1966, encarnado com mais devoção que eficácia por Dean Martin; ou de Derek Flint - a que James Coburn atribuiu uma personificação emblemática, mesmo nas situações mais embaraçosas. Outra experiência exemplar, já para a televisão, foi a série The Man From Uncle - cujos notórios Napoleon Solo (Robert Vaughn) e Ilya Kuriakin (David McCallum) chegaram a exibir-se nos cinemas. Voltando a Inglaterra, Richard Johnson foi um refinado Bulldog Drummond a partir de 1967, tão elitista como cosmopolita. Uma visão perturbante e realista surgira, entretanto, explorada por Martin Ritt em O Espião Que Saiu do Frio (1965), com Richard Burton, sobre a obra de John Le Carré.

Foi ainda a explosão espectacular de 007 que fez saltar Monica Vitti como Modesty Blaise (1966 - Joseph Losey), a partir da banda desenhada; ou que detonou as sagas de Danger Man, Mission: Impossible, I Spy e o humor de Mel Brooks em Get Smart, pelo pequeno ecrã. Aliás, numa combinação irresistível entre dois operacionais britânicos, James Bond e Harry Palmer, Austin Powers, o Agente Misterioso (1998 - Jay Roach) celebra uma paródia irresistível aos agentes secretos, ao mundo da espionagem - estilizada entre a guerra fria, o amor livre e uma sofisticada tecnologia - enfim, aos excitantes e nevrálgicos anos ’60.

José Matos Cruz, IMAGINÁRiO167 (+)

quinta-feira, 11 de março de 2010

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Sheraton 2009

Proporcionar aos hóspedes uma estadia recheada de emoção, tradição e luxo é o propósito dos hóteis Sheraton Lisboa e Porto neste Natal. As propostas para Ceia e Almoço de Natal, são sedutoras. Os clientes poderão experimentar um menu de degustação particularmente concebido para a época: o alusivo bacalhau cozido, o crepe crocante de caranguejo do Alasca, a vazia de vitela Maronesa assada no forno a lenha de azinho e cabritinho das Beiras, assado com batatinhas e alecrim. Para açucarar a boca, arroz doce, brunoise de maça caramelizada, torta de Azeitão, bolo rei caseiro ou bolo folhado de ovos moles.

O Almoço de Natal constitui uma promessa tentadora. Uma miscelânea de sabores portugueses natalícios, com um ambiente intimista, acolhedor e familiar. No buffet, a taça de mariscos, a galantina de capão, carpaccio de chispe de porco com azeite de trufas, garoupa assada no forno, aveludado de frango com cogumelos e a atraente travessa de fumados nórdicos com cebolinhas verdes.

(...)

Hotéis Sheraton

Reveillon de espiões é a proposta

“2009 Spy or Die” é o tema escolhido para a noite de Reveillon nos hotéis Sheraton de Lisboa e do Porto. O desafio: vestir-se a rigor e entrar no mundo dos espiões, numa encarnação do mais famigerado agente secreto. A atmosfera espiã será recriada no Salão Apollo – Sheraton Porto - e no Salão White Plains – Sheraton Lisboa -. No lobby do hotel, a noite encetará às 19h45 com um cocktail de boas-vindas e posteriormente o desfrute de um jantar com música ao vivo, um menu de degustação e o open bar, que permanecerá pela noite fora.

Há também um ambiente mais acolhedor, para quem tiver essa preferência: um jantar gourmet nos restaurantes Porto Novo – Sheraton Porto -, Lobby Bistro e Panorama – Sheraton Lisboa -.

Os Chefes Jerónimo Ferreira e Leonel Pereira, confeccionam uma ementa exclusiva para os últimos instantes do ano.

Para os mais descontraídos, o Bar New Yorker no Sheraton Porto, oferece uma combinação de Sushi, open bar e Dj Set.

A noite de espiões no Salão Apollo, tem um custo de 245 euros por pessoa. As crianças entre os dois e os dez anos, pagam apenas 95 euros. No Salão White Plains, o preço é de 180,00 euros, por pessoa. Para os adeptos de uma noite mais recatada, o jantar no restaurante Panorama é de 300,00 euros por pessoa.

Turisver

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Aldo Lima




O homem da pistola dourada!

Lima... Aldo Lima! Com licença para fazer rir, aquele que já é conhecido como o Homem da Pistola Dourada (Roger Moore, cuida-te!) passou pelas Manhãs no dia do arranque do Festival R!R.