terça-feira, 13 de maio de 2014

00rabbi7



http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/2013/08/as-ordens-dos-mercados.html

00RABBI7 - Ordem Para Destruir

Créditos: WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

Se há quem chore de alegria porque não haveremos de rir de tristeza. Todas as imagens do blog WEHAVEKAOSINTHEGARDEN são montagens fotográficas e os textos desse blog não procuram retratar a verdade, mas sim a visão do autor sobre o que se passa neste jardim à beira mar plantado neste mundo, por todos, tão mal tratado. A pastar desde 01 Jan 2006 ao abrigo da Liberdade de Expressão.

(Neste momento está parado mas esperemos que regresse brevemente)

No nosso blog existe uma etiqueta (whkitg) com os posts que retiramos desse blog e que já são vários e de muita qualidade.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Octopussy Crew

Cartaz da Octopussy Crew com base na capa do livro

segunda-feira, 14 de abril de 2014

007 contra gold visa

Temos de ser mais agressivos a disputar os investidores estrangeiros às prisões chinesas, caso contrário este país não avança

Ricardo Araújo Pereira, Crónica publicada na VISÃO 1099, de 27 de março de 2014)
   
O caso do cidadão chinês com visto gold que foi preso na semana passada envergonha Portugal. Um homem é condenado a dez anos de prisão por fraude, na China, e nem o facto de possuir um visto de residência em Portugal o consegue livrar de ser detido. Nesse caso, para que serve residir em Portugal? Os vistos gold oferecem vários benefícios aos seus titulares, incluindo o acesso à autorização de residência permanente e até à nacionalidade portuguesa. No entanto, parece que não conseguimos deixar de tratar estes estrangeiros como portugueses de segunda. Entregar a um estrangeiro um documento que lhe dá praticamente todas as vantagens de ser português excepto a de escapar à prisão, roça a xenofobia. Para este chinês não houve prescrição de coimas, recursos sucessivos em processos judiciais eternos nem anulação de provas por causa de detalhes técnicos. Foi mesmo julgado, condenado e preso - apesar de já ser mais ou menos português há cerca de seis meses. Houve justiça para Xiaodong Wang, o que significa que não houve justiça para Xiaodong Wang. Se o estatuto jurídico-legal dos estrangeiros ricos é equivalente ao dos portugueses pobres, não vale a pena investir no nosso país.

O que Portugal faz a estes vigaristas de luxo é, na verdade, uma vigarice de luxo. É uma burla de Estado. Portugal é o Frank Abagnale dos países. Leva os vigaristas a acreditar que são, para todos os efeitos, cidadãos portugueses, e depois frustra-lhes as expectativas retirando-lhes um dos direitos fundamentais. Bem sei que não há honra entre ladrões, mas isto é capaz de ser demais.

Ler mais: http://visao.sapo.pt/007-contra-gold-visa=f775492#ixzz2yJt9hDHc

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Ordem Para Humorar

EXPOSIÇÕES (13)
ORDEM PARA HUMORAR
Patente ao público de 07-07-2007 a 27-03-2008

INTRODUÇÃO AO CATÁLOGO 007

O mês de Julho de 2007 fica marcado por uma coincidência irrepetível, - 07.07.07 - e para celebrá-la, o Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem da Amadora trouxe o mais conhecido agente secreto britânico de todos os tempos à Cidade. James Bond, o mítico 007, é um verdadeiro ícone da literatura e da 7a Arte, que autores portugueses, argentinos, brasileiros, cubanos, espanhóis, hondurenhos e peruanos foram convidados a traduzir em caricaturas, desenho de humor, cartoon, tira cómica ou ainda prancha de BD O feliz encontro entre este herói e a 9.a Arte representa acima de tudo a riqueza das expressões artísticas, prova de que o mundo das artes não é estanque e que as suas manifestações se influenciam (e ainda bem) mútua e constantemente. E para comemorar a exposição 007 Ordem para Humorar, que tal uma bebida "shaken, not stirred"?

O Vereador do Pelouro da Cultura
António Moreira

Contracapa e capa do Catálogo

Algumas páginas do Catálogo

http://kuentro.blogspot.pt/2014/01/as-quintas-falamos-do-cnbdi-no-kuentro_30.html

Fotografias da exposição

http://kuentro.blogspot.pt/2014/02/as-quintas-falamos-do-cnbdi-no-kuentro.html

ver mais entradas neste blog

http://007pt.blogspot.pt/search/label/oph

sexta-feira, 14 de março de 2014

007 - Ordem Para Jogar

“007, Ordem para Jogar” foi o nome de um espectáculo do Casino Estoril que era protagonizado por Vitor Espadinha. Na estreia a convidada musical era Theresa Maiuko. Mais tarde foi substituída por Dulce Pontes e Rita Guerra, ambas em início de carreira.

[imagens do espectáculo de estreia incluíndo o helicópetro de 007]




Tendo como inspiração a carismática figura criada por Ian Fleming, James Bond, o Casino Estoril apresenta agora «007 — Ordem para Jogar», uma superprodução musical orçada em 60 mil contos. Vítor Espadinha é o Bond e as bailarinas do High Society Ballet são as Bond-girls. Tereza Maiuko é a voz, e as grandes vedetas deste luxuoso e trepidante «show» são os efeitos cénicos, alguns deles usados pela primeira vez em Portugal.

Está no Estoril, o Casino deseja-lhe boa noite. É a voz de Júlio César ecoando na penumbra do Salão Preto e Prata, antecedendo os vibrantes acordes musicais que dão início ao novo show do Casino.

A partir daí, projecta-se um verdadeiro festival de luzes (70 mil watts) e lasers a «escreverem a verde, lentamente, como convém ao suspense: 007 O-R-D-E-M P-A-R-A J-O-G-A-R. Estão lançados os dados, aceite a proposta e adira.

Olhe para cima e vindo lá do alto terá a surpresa de ver no «ar» um helicóptero britânico (mas é óbvio!) trazendo dentro a personagem criada por Ian Fleming, sempre ao serviço de Sua Majestade. E ele, James. Bond, o homem da noite, profere Vítor Espadinha, em entoação shakespeariana, que acaba por resultar e quase leva ao engano.

Curioso que, sendo Espadinha a antítese do célebre espião, passa muito bem pelo show, em poses formais, criando a ilusão do perfil do sedutor Bond que tanto luta por uma (ou mais) belas mulheres como nunca vira costas aos mais inesperados e incríveis desafios.

Eles começam por suceder, no palco (15 metros de largo por 20 de fundo), quando o cerebral agente, sempre perseguido pelo «inimigos (Wiesiek, acrobata polaco), se vê forçado a lutar contra uma gigantesca aranha que, já se vê, é vencida com rápida facilidade. O público que enche as mesas do salão (mil pessoas), já tem a certeza de que pela frente vai desfilar uma superprodução musical (60 mil contos), baseada numa tecnologia altamente sofisticada, de efeitos cénicos especiais, alguns deles usados pela primeira vez em Portugal, suportados por 440 projectores e uma bateria de projectores Júpiter, lasers, fumos, explosões, coreografia estudada ao pormenor, além da riqueza invulgar de um guarda-roupa, onde não faltam as pérolas, as plumas, as lantejoulas e as bolas de cristal, passarias pelos 22 elementos do Hígh Society Ballet (australianas, canadianas, inglesas, francesas e uma portuguesa), e cuja primeira figura é Joana, uma loura inglesa, escultural no seu metro e oitenta.

Para que seja possível apresentar 007 — Ordem para Jogar, além dos 50 artistas que passam pelo palco, há que acrescentar mais 41 profissionais de cena que, juntos, respondem por este music-hall de nível europeu.

Depois de Cabaret, Sindbad, o Marinheiro, Showperman e Yellow Showmarine, a administração do Casino da Costa do Sol continua apostada em colocar o Estoril na senda dos grandes casinos mundiais, e tem apresentado, a par das remodelações das instalações, espectáculos de qualidade, estando anunciados já para Julho e Agosto, Benson e o Ballet da Ópera de Pequim, entre outros.

O esforço colectivo da equipa volta a renovar-se, apostando em força na figura de um homem nascido nas telas e «desviado», com lisura, para o trepidante ritmo de um music-hall português. Júlio César é o    autor do guião e director do espectáculo, Francisco Duarte o director de produção, Pedro Osório o director musical, Octávio Clérigo o director cenográfico, e José Montez o director coreográfico.

O resultado é sugestivo e é aliciante. Agrada sem dificuldade, porque não promete mais do que se pode dar num espectáculo de casino. Cumpre a função para que é idealizado: distrai e entretém.

Como ponto alto, parece justo referir a apoteose dos efeitos visuais (afinal, eles também foram usados generosamente nos ecrãs), a música, já conhecida de várias bandas sonoras, e a coreografia, onde os Gipsy Rhapsod Quartet estão bem integrados no Society Ballet.

As passagens de Vítor Espadinha (o entertainer bem-amado do Casino), são brevese servem de ligação dos vários momentos do espectáculo e, embora tivesse tido na última produção, Yellow Showmarine, um papel de maior impacte, não cumpre mal o papel que agora lhe foi distribuído (o jogo fisionómico de Espadinha é muito bom).

E como a sedução se alia sempre ao imprevisível, na actuação do agente de Sua Majestade, também Espadinha, no Estoril, é imprevisível quando se encontra com «Gorbatchev», à luz da Perestroika. Desloca-se depois à China, entra no palco com um carro de estilo bondesco (um «Ashton Martin»), sai de fumos, oferece flores, e diz com voz cheia: Eu Sou James Bond. Claro que não se acredita, mas não se foge ao desafio do «faz-de-conta».

É também o «Bond do Estoril» que encontra a mulher de vermelho, de voz espectacular, que lhe canta Diamonds Are Forever, Goldfinger, From Russia With Love, num verdadeiro hino Bond, proporcionado por Thereza Maiuko, a cantar cada vez melhor mas a evidenciar, na estreia, uma enorme tensão em palco, principalmente quando o louro bailarino de pérolas aos ombros lhe tentava sorrir. Sem êxito. Thereza nunca esboçou o mais ténue sorriso, e nunca deixou transparecer que dava pela sua presença, apesar de ele tentar conduzi-la em cena. Porém, a ela se devem os melhores momentos da noite.

O espectáculo vai sucedendo com ritmo, e nesse renovar de situações o espectador é levado ao encontro do fantasista francês Al Carthy, um número interessantíssimo em que um cientista se vê confrontado com a decisão do robot que criara.

A imagem final exige atenção total e, por muito que tenha a certeza de que espectáculo é espectáculo, não vai conseguir deixar de ficar perplexo.

Conhecerá também Johnny Martin e as suas duas cadelas: Lady (Setter) e Vladys (Cocker). Uma delícia. Pena que o diálogo mantido com as suas partenaires seja em inglês, mas enfim, 60 por cento da frequência habitual do Casino é estrangeira e o português tem uma natural apetência para os idiomas.

Repare como Lady é a mais irreverente, indisciplinada e sonolenta Setter que alguma vez conheceu, e abra bem os olhos para ver Martin «equilibrar-se», sem mãos e sem rede, na pequena cabeça da Vladys. Imperdível.

Fátima Zohra é a portuguesa que no espectáculo dá o momento do contorcionismo. Sem apresentar nada de muito novo, o que apresenta é bom e o número final arrebata calorosas palmas.

Cenas de filmes conhecidos de James Bond vão desfilando ao longo de uma hora numa verdadeira apoteose de som (12 mil watts), e de luz (seis quilómetros de fio eléctrico, como do Campo Pequeno à Praça do Comércio, e 13 mil lárripadas de efeitos de cor).

Por entre murros, tiros, música, beijos e flores, desfila o show, com pretensões a agradar e a manter-se longo tempo em cartaz. Não parece ser uma aposta difícil de ganhar, já que é uma proposta luxuosa, trepidante e sugestiva.

artigo da revista TV GUIA
007 0rdem Para Jogar - Novo Espectáculo no Casino Estoril
Texto de Maria Elvira Bento Fotos de Jorge Jacinto

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

O Amor Mata

sessão fotográfica e gravação de videoclip do tema "O Amor Mata"

12 de Abril de 2013

Ontem foi dia de sessão fotográfica e gravação de videoclip.

my name is dré andré sardet
007..o amor mata

You Look like 007 - Cristina Alves
Bond, André Bond! - Va Clem

Em 29 de outubro de 2013 disponiblizou no soundcloud o tema "Com Amor Se Paga" que é o genérico da telenovela "Belmonte".

http://soundcloud.com/andresardet/amor-com-amor-se-paga-andr

Foste escolhido para fazer o próximo tema do James Bond? - Teresa Lage (RFM)

É sem dúvida um tema brutal! Digno de um filme de James Bond. - Delmina Leitão

sábado, 18 de janeiro de 2014

Unibond





James Bond é 007

Unibond é 15%

Unibond - Licença Para Crescer


Publicidade publicada na revista Exame/1991

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

On air

ON AIR

Catálogo de vendas a bordo para TAP Portugal, SATA Internacional e WHITE. Edição Lojas Francas de Portugal, com coordenação de Ana Rita Aragão.

Primavera/Verão 2005

Design: Atelier Gráficos à Lapa
Produção fotográfica
Fotografia: Jorge Nogueira
Direcção: Cátia Castel-Branco
Produção: Janette Ramsay
Styling: Jaime Mascarenhas
Make-up: Náná Benjamim, para A.R. Atelier
Cabelos: Yohann, para Mod's Hair
Modelos: Roberto, Maria Wood e Emily Brown (L'Agence), Peter e Christine Steinborn (Elite Models), Sofia Baessa (Central Models), Hinde (Just Model's).
Figurantes: Francisco Afonso, Pat Sharp, Donald Sharp e Henrique Pica.
Estoril, Fevereiro 2005

http://www.graficosalapa.pt/lapacontents/portfolio/2005/onair/verao/port_oa.html

http://www.youtube.com/watch?v=0QcI81z8Kz4

http://www.youtube.com/watch?v=PeceWGr8Z14