terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Ordem Para Sorrir

Blusão de Gang!
Pateiro&Baldaia.
Brevemente, num auditório perto de si.

007 - Ordem Para Sorrir

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Na Toca do Lobo

"Na Toca do Lobo: A História do James Bond da Vida Real" é a versão portuguesa do livro "Into the Lion's Mouth" de Larry Loftis. A capa do livro lançado em 2017 é uma clara referência ao grafismo associado a 007 - James Bond.

O artigo no Expresso sobre Popov teve o título de "O meu nome é Popov. Dusko Popov".

Casino Estoril - Maio de 1941.

O ambiente no casino estava ao rubro. Um misterioso jogador sérvio não dava qualquer hipótese aos seus adversários. Tratava-se de um agente duplo britânico, Dusko Popov, e o dinheiro que apostava pertencia aos súbditos de Sua Majestade. Ian Fleming, que alcançaria a fama enquanto escritor das aventuras do famoso agente secreto 007, assistia com interesse ao desenlace de tamanha proeza. Desde muito cedo, Popov destaca-se como um rebelde playboy. É expulso da escola preparatória de Londres e, mais tarde, preso e banido da Alemanha por fazer declarações desfavoráveis ao Terceiro Reich. Começa então a verdadeira aventura da sua vida ao transformar-se no mais charmoso e bem-sucedido dos espiões, servindo três poderosos mestres de guerra: Abwehr, MI5 e MI6 e FBI.

A 10 de agosto de 1941, os alemães enviaram Popov aos EUA para construir uma rede de espionagem e reunir informações sobre Pearl Harbor. Desiludido com J. Edgar Hoover, que ignorou os seus avisos sobre o interesse dos japoneses em Pearl Harbor, regressou à sede dos serviços alemães em Lisboa. Mantendo o jogo duplo, conseguiu ajudar o MI5 a lograr a Abwehr sobre a invasão do Dia D.

Sob a «máscara» de diplomata jugoslavo, viveu intensamente as mais perigosas aventuras e saiu ileso de todos os conflitos. Na Toca do Lobo é um relato incrível de espionagem, mentiras e altos riscos. É uma história de subterfúgios e sedução, patriotismo e coragem. É a história de Dusko Popov – a inspiração para James Bond.


terça-feira, 17 de dezembro de 2019

008 - Licence To Escape

Missão

LICENÇA PARA ESCAPAR - LISBOA

Duração: 01:00 | Tamanho do Grupo: 2 a 6

Ao serviço de sua Majestade, os infiltrados nesta missão terão de se tornar espiões do MI6 e enfrentar os piores vilões da história, com muito charme, claro está. Arrebatar desafios e corações, é sem dúvida o jogo mais glamouroso do Mission To Escape Lisbon!

Valores: 2 pessoas = 50€ | 3 pessoas = 60€ | 4 pessoas =70€ | 5 pessoas = 80€ | 6 pessoas = 

http://beta.missiontoescape.com/missions/lisbon/008-license-to-escape

008: Licença para Escapar: e sempre com muito charme!



https://missiontoescape.com/missions/lisbon/008-license-to-escape/

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Espias portuguesas

Revista Visão, 07/11/2019

domingo, 6 de outubro de 2019

Dia do James Bond

Ontem foi o dia do James Bond, mas pra mim as coisas boas são todos os dias. "I would like a Vodka Martini shaken not stirred."

kingarthus80, Day 6 Inktober 2018.

domingo, 15 de setembro de 2019

Bjelanovic, Bosko Bjelanovic

Sporting CP - Andebol

@AndebolSCP
 5 de nov de 2017

Em resposta a @Sporting_CP
No Dia Mundial do Cinema, não poderia faltar este clássico!

''My name is Bjelanovic, Bosko Bjelanovic''


quinta-feira, 22 de agosto de 2019

007 – Ordem Para Marcar

007 – Ordem Para Marcar

Jonas (Futebol - Sport Lisboa E Benfica)


https://bolanarede.pt/nacional/clubesportugueses/007-ordem-para-marcar/

Por Diogo Pires Gonçalves - 30/07/2018

quinta-feira, 18 de julho de 2019

007 – Ordem para generalizar

“To generalize means to think.” - GWF Hegel, Elements of the Philosophy of Right (1820)

007 é o agente ficcionado de sua Majestade britânica com ordem para matar. O nosso 007 é um agente oficial do estado português com ordem para generalizar. Generalizar que os habitantes dos bairros degradados são bandidos, num paralelo inquietante com as fronteiras da xenofobia.  

O bairro da Jamaica, Seixal, tornou-se nos últimos dias palco de uma cena de violência policial filmada e divulgada pelas redes sociais. O evidente descontrolo emocional com que os policias actuaram perante população indefesa não foi condenado nem pelo chefe de polícia, nem pelo governo, nem pelo presidente da república. No dia seguinte, a manifestação de desgravo contra a violência policial, no centro da cidade, foi dispersa a bala de borracha, numa atitude inusitada em Lisboa. Nos dias seguintes, as noites foram marcadas por raids de vandalismo contra automóveis avulso, à semelhança do que se conhece há muitos anos noutras metrópoles europeias.

Será o início da modernização do comportamento dos jovens dos arrabaldes da cidade perante uma polícia, igualmente modernizada, incompetente para manter a ordem?

Nem todos os polícias são os polícias que brutalizam as pessoas. Felizmente a maioria dos polícias não aceita entrar pelos terrenos escorregadios de fazer o trabalho sujo que nunca pode ser expressamente ordenado, mas que é feito, ainda assim. Mas há quem seja promovido por o fazer, quiçá por ter a desenvoltura para se arriscar a ser apanhado em falso.

Se as coisas não funcionam assim, os profissionais da segurança estão convencidos que assim é. O espírito de corpo típico das corporações militares, para-militares e policiais, em todo o mundo, é disso que é feito. É isso que se ensina em toda a recruta: fidelidade e disciplina. A acção disciplinar nas forças de segurança é conhecida por ser ora protectora dos seus homens e mulheres mais violentos, ora exemplar, num caso ou noutro em que esse sacrifício pode ser útil ou se torna indispensável para limpar a imagem pública da instituição em causa.

No caso do bairro da Jamaica, não tendo havido uma condenação da acção policial, tudo aponta para que a estratégia usada e apoiada ao mais alto nível do estado seja a mais vulgar, a primeira. As autoridades estão a contar com a boa-vontade do público, numa época em que o racismo parece ser um risco para a boa ordem da civilização. Elipticamente chamado populismo, para se confundir com radicalização política, o racismo é, em Portugal, a principal ameaça identificada pelos serviços de segurança. Mas, ao mesmo tempo, neste caso, as autoridades contam com a cumplicidade de entendimento racista sobre a vida social para desculpar o comportamento aparentemente injustificável dos policias, no bairro e no centro de Lisboa.

Escrevo aparentemente injustificável porque a resposta oficial à divulgação das imagens do incidente não foi dizer que estas deveriam ser interpretadas de um modo qualquer, não evidente, que pudesse explicar a razoabilidade do comportamento policial. A resposta oficial foi um apelo a quem viu as imagens para não generalizar. Isto é: as autoridades recusaram-se a condenar a violência inusitada, admitiram não haver justificação conhecida para tais actos e pediram para o público se desinteressar do assunto, como se a violência policial racista não estivesse já previamente identificada como um problema sério em Portugal.   

Para as forças de segurança, trata-se de definir o inimigo e torná-lo um alvo, incluindo os danos colaterais, como sempre acontece. Qualquer estratégia de segurança decorre de uma qualquer generalização sobre quem seja o inimigo. O que está escrito é que o inimigo é o uso social e político da xenofobia. O que se assiste na prática é a desvalorização de um caso publicamente visionado e divulgado de uma acção policial injustificável, eventualmente de fundo racista. Por isso, pela reacção oficial, ficamos a saber duas coisas: que o inimigo são os habitantes de bairros degradados cujo direito à habitação tem vindo a ser violado há anos, habitantes de origem africana, alvos privilegiados da xenofobia que é o sustento do maior risco de segurança identificado no país. Ficamos também a saber haver um profunda confusão, desde o polícia de giro até ao presidente da república, sobre quem é de facto o inimigo.

27/01/2019 António Dores
 
https://sociologia.hypotheses.org/1345

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Licença para dançar

007 LICENÇA PARA DANÇAR COM O MODELO E DJ IGOR GUIMARÃES 2015

SÁBADO.07.NOVEMBRO 2015



A PRIMEIRA FEBRE DE SÁBADO À NOITE DE NOVEMBRO CHEGA COM UMA TEMÁTICA RELATIVA AO NOVO FILME, A ESTREAR, DA SAGA JAMES BOND... MAS DEMOS UM NOME MAIS SUGESTIVO ÀS NOSSAS NOITES - 007 LICENÇA PARA DANÇAR... PRESENÇA & SHOWCASE DO MODELO IGOR GUIMARÃES ★ DJ CONVIDADO - IGOR GUIMARÃES - LATIN :: HOUSE :: AFRO


PHOTO REPORTAGEM  - GIN LOVERS BAR - DJ MISAEL

segunda-feira, 27 de maio de 2019

JAMES BOND em Portugal




 Uma oportunidade única para celebrar 50 anos do filme "Ao Serviço de Sua Majestade", rodado em Cascais e no Estoril

JAMES BOND in Portugal. An unique chance to celebrate 50 years of the shooting of "On Her Majesty's Secret Service" in Cascais and Estoril.

Chegámos à semana JAMES BOND deste ano em que celebramos os 5O anos de "Ao Serviço de Sua Majestade" na presença do "agente" George Lazenby.

This is our JAMES BOND week, celebrating with the "agent" George Lazenby 50 years of "On Her Majesty's Secret Service". Booking on the phone or email of the Hotel


25th May is coming... are you a James Bond fan? George Lazenby, secret agent, is back!

link

Entrevista Excusiva - Eurico Barros / Observador

Artigo DN - Leonidio Paulo Ferreira

https://www.onthetracksof007.com/portugal

https://www.onthetracksof007.com/ohmss50/portugal